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17 de julho de 2019

Ep.3 - Assuma o controle do seu dinheiro | Casamento Reinventado

| Como reinventar o casamento quando os filhos nascem!?
O vídeo de hoje da série Casamento Reinventado falará sobre dinheiro. "Controle o seu dinheiro!" É um importante aspecto dentro do contexto familiar. Sem dinheiro não se faz nada, não se investe em nenhuma prioridade. Por isso é mais que essencial conversar de forma clara e transparente sobre dinheiro também! Clica no play e confira!

Ep.4 - Assuma o controle do seu dinheiro | Casamento Reinventado



Comece a se organizar assistindo a maratona de TOKFLIX DA EDEL:

15 de julho de 2019

As verdades ainda não reveladas sobre a POB (e a Edel na POB)...

A pessoa aqui gosta de desafio, você que me acompanha, sabe disso. Então inventei de criar um momento nostalgia da Conferência Personal Organizer Brasil, a POB, mas não para dizer o que todo mundo diz. Quero ir além, por trás das câmeras, por trás dos bastidores. Sair do relatório normal, para algo mais curioso que está por trás de participar desses momentos de aprendizado e crescimento, e o que realmente faz você sair da sua zona de conforto. Afinal sou a embaixadora "criativa", pensar fora da caixa é isso aí, agora precisamos honrar esse elogio!

Então escolhi 3 fotos de alguns dos momentos mais marcantes, para começar a falar o que a POB marcou a minha vida, e você entenderá nas entrelinhas porque eu amo ensinar organização através de vídeos e textos para pessoas que buscam viver com mais qualidade de vida, depois de conferir esse meu relato. Eu me encontrei desde a primeira POB, e acho que nem tinha parado para pensar nisso!

As fotos são - 2015 - o início da primeira POB - é incrível aquela energia que rola, - 2016 - um almoço que foi puro networking e troca de figurinhas - e - 2017 - eu no palco da POB - quando ganhei o 3º lugar num concurso que rolou durante o evento. Escolher somente 3 fotos de um arquivo tão especial já foi o primeiro desafio!


As verdades ainda não reveladas sobre a POB (e a Edel na POB)...



Vale a pena? Amo organização mas não organizo residências.

Só que antes de partir para o aprendizado por trás das fotos, deixa eu recordar o meu contexto na primeira POB, da qual não participei. Estava em processo de mudança residencial, grávida de 4 meses, com outros planos e bem confusa com todos eles. Pode parecer "nada" para você, mas naquela época em 2014, com os poucos contatos de organização que eu tinha, de repente você ouvir "pois é, se você não está atuando como Personal Organizer, talvez não tivesse sido um bom investimento mesmo ter participado", não é um conselho que eu daria nem para uma pessoa desconhecida que me perguntasse hoje da POB, quanto mais para uma pessoa que compartilhava sua vida (alguns fragmentos dela) num blog de organização pessoal, onde ficava evidente que era louca por organização. É um investimento que vale a pena, sim. Por você!


Vídeos, eu?! Socorro!


# Foto 1 | Participar da POB em 2015 foi um sonho realizado: tive plena certeza de que aquele mundo organizado era o meu lugar! Porém tive ainda mais certeza também de que precisava abrir mais a boca, e não ficar somente romantizando a organização com meus escritos. Divulgar mais meu trabalho, fazer as pessoas descobrirem tudo o que já tinha feito, e que poderia de alguma forma auxiliar elas. Eu era bem calada/deixava que falassem por mim (sou uma boa ouvinte!) - mas não queria mais ser - cheeeeeega! Sugeriram muito por lá fazer vídeos. O Conrado Adolpho, que eu já acompanhava pela Internet tocou muito nesse ponto. O que a Edel pensou: "Vídeos, eu? Nunca. Eu escrevo melhor." Porém eu comecei a gravar e testar essa história. 2015 foi o ano que resgatei o projeto de 2014, quando gravei meu primeiro vídeo de organização, e comecei a gravar. Deveria ter guardado meus devaneios em vídeo somente para mim? Pior que achei legal, amigos acharam legal, e começaram a me dar dicas e incentivar. ("Tipo, da próxima vez, não grave contra o sol...".) Tanto que acabei achando legal também, e... não parei mais.


Produtora de Conteúdo também é Profissional de Organização!

# Foto 2 | Na POB de 2016 virou a chavinha na minha cabeça, e eu senti ardentemente que precisava ousar mais, porém e a coragem? Eu precisava criar oportunidades e ir falar. Participei de muitas iniciativas legais, mas precisei levar muitos tombos, cair e levantar muitas vezes, até entender onde é que deveria realmente ousar. Eu tinha criado muitos momentos para falar de organização, mas, pasmem... eu me descobri fazendo vídeos. Mãe, dona de casa, eu era uma empreendedora digital, o que estava tentando fazer querendo ganhar o mundo local se a internet é meu mundo, e é nela que quero investir? Destravei, desbloqueei, fluiu!

Foi reconhecido naquela conferência a importância dos produtores de conteúdo (blogueiros) no mercado de organização, a Gabriela Brasil muito bem nos representou no palco da POB, e isso me deixou mega feliz e realizada! Eu conheci essas meninas lindas da foto, e praticamente fiz um interrogatório com a Alice Santos, da Avesso do Caos, não sei se ela recorda. (A Alice é uma produtora de conteúdo de organização super criativa que estará palestrando esse ano na POB! Fico muito feliz e orgulhosa dela, seu trabalho é incrível! Eu naquela época reforcei para mim mesma que precisava pensar tanto fora da caixa quanto ela.) Aquele almoço foi muito especial, cheio de dicas e networking!



Inspire-se em você e mude o que precisa mudar!


# Foto 3 | Na POB de 2017 foi lançado o desafio de vídeo "O que é e o que faz um Personal Organizer?". Esse foi meu foco na conferência, pois fico meio eufórica com desafios! Tinha de dar o meu melhor nesse vídeo, afinal, eu queria ganhar! Fiquei em terceiro lugar, e subi pela primeira vez no palco da POB, ao lado da Kalinka Carvalho! Foi incrível! Quis mostrar vlogs da conferência de uma forma diferente, sob o olhar da Edel maluquinha e criativa. Naquele ano voltei para casa decidida a fazer tudo o que até então ainda não havia tido coragem de fazer. Não queria voltar para POB se não tivesse feito as mudanças primeiro.

 Cases de Sucesso

Eu precisava conseguir contar para mim mesma que minha história tinha valido a pena, e que cada um de nós tem sua própria história de sucesso e superação para contar. Não necessariamente para aparecer orgulhosamente no palco da POB e se apresentar como Case de Sucesso. Deve ser legal? Lógico que sim! É possível ter espaço para todas? Não! Para todas é importante estar lá? Não! Então somos menos cases de sucesso por conta disso? Nãooooo!

Todas profissionais são Cases de Sucessos, quando buscam por isso, e especialmente quando esclarecem o que representa ser um Case de Sucesso para si mesmas. Nem todas estaremos lá, mas todas o somos!

Sucesso... Para algumas é ter clientes satisfeitos que façam seu negócio de organização ser sustentável ao longo do tempo, consumindo organização ou o que você oferece! Para outras pode ser ter muitos números nas redes sociais, uma lista enorme de e-mails para responder com depoimentos de pessoas dizendo o quanto você mudou a vida delas. Cada pessoa tem necessidades diferentes, e se não identificamos o que irá nos realizar, não saberemos o que fazer e por quais resultados buscar! Em 2017 eu senti que precisava deixar para trás muita coisa, e construir algo novo a partir dali - olhando mais para a minha história.


Dando um tempo para a organização.


Em 2018 eu não participei da POB. Eu escolhi me afastar naquele ano do mundo de eventos da organização, mídias e networking e mergulhar no meu mundo, organizar a minha vida e o meu trabalho. De quebra minha casa acabou impactada também. Não queria injeção de ânimo, não queria me comparar com ninguém, não queria perder o foco. E meu foco era olhar para o meu canal, para o meu blog, para os meus seguidores. Fazer por eles o que até então eu ainda não havia feito, que era me doar mais, ajudar mais, compartilhar mais (eles amaram isso!).

Não é uma questão de desanimar com o trabalho, mas de se reanimar com você mesmo em primeiro lugar. Eu preciso me inspirar na minha própria história, e é em cima dessa história que preciso construir meu negócio e me automotivar. A POB traz um motivacional e suporte de conteúdo incrível, mas depois no dia a dia é preciso batalhar para fazer dar certo. Sentia que precisava fazer 5 anos em 1 em 2018, sentia que precisava fazer mais, sentia que precisava fazer do jeito Edel de fazer as coisas darem certo.

Não vejo a hora de contar muito mais para vocês, mas só posso dizer que essa parada estratégica foi importantíssima. Há muito mais do que a POB envolvidos, mas a Edel havia decidido não voltar se não tivesse se resolvido profissionalmente primeiro.

Pensei em excluir blog e canal? Pensei. Pensei em calar e sumir? Pensei. Pensei em mudar de profissão? Pensei. Pensei em abraçar outros planos? Pensei. Pensei em me separar de vez do combo "organização, decoração e produtividade"? Pensei. Mas a Edel é louca, mas não para tanto, então ela só pensa, e depois deleta o pensamento. Dei um tempo para a organização com uma certa vontade oculta de "deixa ela ir embora, finalize ciclos". Ridículo pensar, mais ridículo ainda escrever. O faço envergonhada.


Empreender às vezes dói


Se algo mudou a minha vida, foi a organização! Como de repente eu faria isso? Se falta mudar algum coisa, e tá complicadinho, é preciso mudar essa coisa, e não o que está funcionando. Recebi abraços inesperados de pessoas dizendo que aprenderam com meus vídeos, bem como declarações sutis no estilo "não pare de gravar". Ainda outros comentários positivos dizendo coisas que me deixaram bem feliz no momento, mas nem lembro direito do quê. Muito disso acontece na vida real, não só no virtual. ESTOU IMPACTANDO PESSOAS. Recebo poucas críticas negativas com relação ao trabalho, que seriam motivo grave de me abalar emocionalmente e dar um basta. Estresso na hora, discuto um pouquinho (ou não), e depois passa. Pelo tanto que já falei e escrevi, me espanto de me criticarem tão pouco. Acontece, mas eu respeito. Não quero que concordem comigo, e se ficam estressados, é porque a provocação foi feita, o objetivo foi alcançado. O que mais me decepciona (e acaba comigo) é a indiferença de muitos, por realmente desconhecerem que Transformando Espaços existe (pode acontecer) ou por outros motivos desconhecidos. A propósito, não tenha vergonha de comentar, perguntar, falar, contrariar. Quem cala, consente. Porém se decepcionei alguém por algum motivo, é bacana saber também. Ás vezes podemos dizer ou fazer besteiras. Talvez meus seguidores sejam muito mais parecidos comigo do que eu posso imaginar!

Se você está desanimado por não poder participar da POB, ou pelo caminho que andam tomando as coisas, te digo, entendo você. Podemos estar em situações e contextos de trabalho diferentes, mesmo sendo Profissionais de Organização, mas empreender dói muitas vezes. Porque faz a gente crescer e amadurecer, e isso nem sempre é fácil. Tudo já está dando certo mesmo quando você está desejando que dê certo, como se ainda não estivesse no caminho certo. Ao menos você irá entender onde não errar novamente.

Se pelos motivos que forem, ir parece uma alternativa ruim, não ir pode ser pior ainda - você não irá refletir sobre os rumos do seu negócio de organização, não será confrontado(a), não sairá da sua zona de conforto, e assim, pouca coisa mudará no seu pensamento, e na sua vida. Pode crer nisso.


Vamos escrever juntos(as) a próxima POB?



A vida segue, e em 2019 sou convidada para ser Embaixadora Regional Sul na POB. Cada capítulo da POB em nossa vida é uma surpresa, o que será que terei para contar da POB 2019?! Vamos viver para depois registrar! Você vem comigo?

10 de julho de 2019

Ep.2 - Assuma o controle da sua agenda e do seu tempo | Casamento Reinventado

| Como reinventar o casamento quando os filhos nascem!?
Já comentei noutros vídeos que para o que queremos fazer e gostamos realmente - encontramos tempo, ah, se encontramos! Se o relacionamento a dois for algo importante, for prioridade, ambos precisam criar esse tempo, dizendo não para outras coisas e sim, um para o outro, mil vezes, para que se cultive esse relacionamento! Como administrar isso quando vem os filhos é tema do vídeo de hoje "Controle o seu tempo!" na série especial sobre Casamento Reinventado que está rolando lá no canal TE!  Inscreva-se!


Ep.1 - Assuma o controle da sua agenda e do seu tempo | Casamento Reinventado



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6 de julho de 2019

Reflexões sobre Relacionamentos

| O que é mais importante para você num relacionamento? Como está essa área super importante na sua vida? Seja a forma de se relacionar no contexto familiar, amoroso ou na vida social em geral? Vem refletir um pouco comigo sobre isso...

Reflexões sobre Relacionamentos

1 Conceito

Relacionamentos, se ampliarmos nossa visão dessa área da vida, poderíamos dividir os relacionamentos em família, relacionamento amoroso e vida social. Em família consideraremos pais, irmãos, filhos, dependendo da estrutura familiar. É nessa base de relacionamento que se forma nossa essência, e aprendemos a conviver com o próximo - de forma legal ou nem tão legal assim. Em relacionamento amoroso, a pessoa que compartilhamos nosso dia a dia, nosso(a) parceiro(a) de vida, aquela que nos relacionamos mais intimamente - e ouso dizer, a que melhor deveria nos conhecer, se realmente somos sinceros e transparentes e nos deixamos ser conhecidos. E em vida social entram todos os demais convívios, com amigos, colegas, conhecidos, etc e tal.


O dicionário define Relacionamento como
"Ato de relacionar, de estabelecer uma ligação, uma conexão com algo ou alguém;
Relação amorosa, afetiva, de amizade ou de intimidade entre pessoas;
Maneira de tratar, de conviver bem, de se conectar amigavelmente com outras pessoas."


2 Palavras-chave para buscar mais


Para você qual destas palavras é mais importante? Se pudesse escolher somente 3, quais escolheria? Talvez suas palavras-chave não estejam entre estas, sejam outras. Ter claro o que é importante para nortear nossos relacionamentos é essencial para vivermos os valores certos na nossa vida, que fazem sentido para nós. Ter claro o que cada um significa também!


Amor
Compreensão
Diálogo
Perdão
Parceria
Sinceridade
Segurança
Prazer
Amizade
Reconciliação


3 A minha palavra-chave atual


AMOR PRÓPRIO. Para a Edel, o amor é a palavra-chave central de qualquer relacionamento, seja familiar, seja amoroso, seja de amizade. Um amor que se torna atitude em palavras, em atos de serviço, com o presente da presença, a dedicação do tempo e toque físico, não necessariamente todo esse conjunto rolando ao mesmo tempo. Sou uma pessoa carente de amor, e de um grande necessidade de pertencimento, de conexão verdadeira e relacionamentos de qualidade. Sou intensa e exagerada mesmo - dizem que isso é bem coisa de escorpiana. É preciso cuidar para interpretar da melhor maneira essa necessidade e a receptividade com a qual isso acontece nos relacionamentos. Pois nem sempre te dizem - "te odeio", na lata, mas não te dizer nada pode soar como "você é insignificante", só pra você que não é assim ter uma ideia. Pessoas exageradas são assim, meio malucas. Todos somos diferentes, temos intenções e desejos diferentes, e a paciência é a melhor de todas as qualidade do amor. Já quebrei bastante a cara com isso mas são aprendizados da vida. Por isso em vez de focar no amor pelo outro, e na tolerância pelo outro, de encarar o fato de que nem todas as pessoas são tão claras e objetivas em sua comunicação, passei a considerar um tipo de amor o mais importante e primordial: o amor próprio. Se soubermos amar e tolerar a nós mesmos - e perceber que também temos altos e baixos dependendo da situação - será mais fácil amar e tolerar quem Deus coloca em nosso caminho para cuidar, conviver e compartilhar a vida e nossas experiências.


4 Aprendizados para a vida


Amor próprio, porque se você não suportar o seu jeito, quem suportará? Amor próprio, pois se você não sabe o que deseja, quem saberá por você? Amor próprio para você se apaixonar por quem você é em primeiro lugar. Se estivermos bem, conseguiremos cuidar melhor e de forma mais leve de todos os relacionamentos a nossa volta - na família, no amor, nas amizades. Talvez seja o caso de ser mais desligada(o) às vezes, e passar a interpretar tudo da melhor maneira, com mais compreensão. Se o que esperamos do nosso próximo, conseguimos demonstrar a nós mesmos, aí nossos relacionamentos irão bem, obrigada. É uma missão difícil, com certeza. Alguém já te contou que é fácil e que existe poção mágica para um relacionamento de sucesso? Amor, paciência e compreensão nem sempre são qualidades fáceis de viver e com as quais conviver. Porque nosso eu egoísta é exatamente bem ruim, e muito o contrário de tudo isso. Porém nosso foco não deve ser esse eu que nos faz mal, e sim o eu que nos faz bem, e viver de bem, em primeiro lugar com nós mesmos.


5 O que já rolou no blog e no canal TE sobre o assunto


FAMÍLIA

Relacionamentos superficiais: mais amor, por favor!

Os vínculos essenciais da nossa vida são...

Parindo um novo eu

Nosso segundo pequeno príncipe nasceu!

Você tem medo de ter filhos?

O que é ser pai?

Apenas ser mãe

Vida de mãe

Checklists Criativos

AMOR

Casamento reinventado

10 lições que aprendi com a história ou trilogia "50 tons"

Quero me separar

Um apelo aos teimosos: alguém tem de ceder!

10 lições que podemos aprender com a história "como eu era antes de você"

Você conhece as 5 linguagens do amor?

Colocando as pessoas em nosso sistema GTD.

O verdadeiro significado de datas especiais e prioridades no relacionamento.

Reconciliação.


VIDA SOCIAL

Viva a sua vida, não a dos outros!

7 coisas que eu gostaria que as pessoas soubesse sobre redes sociais (e colocassem em prática!)

Regras de etiqueta para redes sociais.

Uma reflexão sobre amizades verdadeiras.

PROJETO 52 TOKS

Projeto 52 Atitudes | Atitude 24 | Construa relacionamentos de qualidade.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 29 | Estabeleça parcerias.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 31 | Deseje o amor ao seu próximo.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 36 | Invista na sua vida!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 38 | Eleve seus padrões!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 45 | Cuide das suas joias mais importantes.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 46 | Dê um presente a alguém especial!


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3 de julho de 2019

Ep.1 - Faça do seu casamento uma prioridade! | Casamento Reinventado

| Como reinventar o casamento quando os filhos nascem!?
Hoje começa a série Casamento Reinventado lá no canal com o tema "Priorize o seu casamento!" Espero que gostem, registrem suas perguntas, e se tiverem alguma dúvida ou ideia de temas afins, me contem, para que possamos gravar mais vídeos nessa linha! Inscreva-se para ficar por dentro das novidades!

Ep.2 - Faça do seu casamento uma prioridade! | Casamento Reinventado




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26 de junho de 2019

Introdução a série: Casamento Reinventado!

| Como reinventar o casamento quando os filhos nascem!?
Hoje conto um pouco lá no canal sobre novidades que vem aí, o porquê das mudanças na dinâmica aqui do blog, sobre a linha editorial 2019, o que já rolou até aqui, e também sobre uma nova e breve série que dará as caras por lá em julho! Casamento Reinventado: como manter um relacionamento saudável com o cônjuge e ser bem-sucedido na tarefa de pai e mãe?! É possível fazer isso de forma equilibrada?! Temas ousados, séries ousadas, bora lá entender mais sobre isso! (série inspirada no livro que já foi resenha aqui no blog, e conteúdo de palestras TE!)

Introdução a série Como reinventar o casamento quando os filhos nascem!



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19 de junho de 2019

Rotina Alimentar Saudável | Mudança de Hábitos na casa da Edel!

| Que mudanças eu fiz em nossa rotina alimentar para que ela fosse mais saudável?
Rotina Alimentar Saudável | Mudança de Hábitos na casa da Edel! Sim, é isso aí! Sempre admirei que janta salada, e ainda não cheguei nesse nível, mas tenho melhorado muito, a começar pelas demais refeições, como café da manhã e almoço com uma alimentação mais balanceada. Sempre cuidei da alimentação da nossa família com muito cuidado, até o Miguel nascer, e ter tido muita dificuldade com ele na alimentação. Ele não aceitava novos alimentos como o Guilherme. Não era guloso. Sempre foi muito "fit", de comer pouco, ou quase nada. Isso me desanimou e preocupou bastante, e a minha própria alimentação ficou como a dele - cheia de mimimi. Beleza, mas no vídeo eu não lembro disso, começo ele a partir desse ano, quando bateu uma inspiração e uma vontade de fazer diferente - e eu poderia fazer isso, de forma muito simples e prática - bastava atitude e persistência. Bora lá conferir as mudanças que fiz aqui em casa em nossa rotina alimentar, para que tudo ficasse num caminho mais saudável!

Rotina Alimentar Saudável | Mudança de Hábitos na casa da Edel!




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12 de junho de 2019

Porque fazer atividade física | Caminha e fala!

| Sobre uma nova tag que criei: Caminha e Fala! Um devaneio criativo que surgiu em minhas caminhadas, e decidi registrar para compartilhar com vocês!
Amo caminhar no parque, já mostrei ele inclusive para vocês no Vlog que fiz lá na praia. Numa caminhada dia desses, quando recomecei a colocar o hábito na minha rotina - precisava tomar medidas para melhorar minha saúde - criei uma nova tag: caminha e fala. Bateu umas inspirações legais que pensei - vou gravar e compartilhar com a galera do blog e do canal depois! Vai que alguém também tenha preguicinha como eu, e esteja fazendo parecidinho por aí, hein?! Vamos mudar e provocar vocês e a eu mesma quando assistir esse vídeo a mudarem também! A gente sempre precisa de um empurrãozinho, e esse vídeo é para ser esse empurrão! Bora conferir?! Esse vídeo tem a ver com o Desafio Saúde que comecei a realizar em 2018, quando decidi perder a barriguinha fazendo um tratamento estético! e mudar hábitos em nossa rotina alimentar!



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5 de junho de 2019

Um conto bem real sobre depressão e afins

| Uma reflexão longa, consciente e definitiva sobre depressão, sem vergonha e sem mimimi.


Ode torta à depressão

Um belo dia algo aconteceu e me surpreendi. Minha sobrinha fez um relato no facebook dizendo que foi diagnosticada com depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Fiquei muito preocupada, querendo ajudar de alguma forma, e quando comecei a refletir, me toquei que me senti exatamente assim, em muitos momentos da minha vida, sem tirar nem por uma vírgula. "Como somos parecidas!", até nisso, pensei. Não sei porquê, mas há tempos vinha pensando nela, e que algo não estava bem. Não estava mesmo. Nem com ela, nem comigo.

"Será que eu tive depressão mesmo, quando negava a mim mesma que pudesse ser?", comecei a indagar. Há pouco tempo havia participado de uma palestra sobre Síndrome de Burnout, mas estava tão fechada e fria, que não consegui reconhecer coisa alguma. Sempre busquei culpados, nunca o reconhecimento de que pudesse estar doente e precisando realmente de ajuda. Tive uma crise bem complicada entre natal e fim de ano, naquele clima de férias, tempo para pensar em nada, e depois fui melhorando de novo, como sempre. Geralmente nessa época, a mesma cena se repete, há muitos anos.

Eu tive depressão, e não é legal!

Assim comecei o presente ano: indignada comigo, precisava entender aquilo que senti, e de 2019 não passaria. A imagem abaixo é dessa fase, quando cometi a loucura de gravar falas malucas nada a ver, num dos meus momentos de revolta interna. Comecei no último ano a me bloquear até mesmo para escrever. Eu percebi que em vídeos consigo ser mais divertida, e só gravo quando estou realmente bem. Então, pensei, vou começar a gravar mais e escrever menos. Não escrever com otimismo me faz mal. Cansei de me fazer mal. Talvez ainda não esteja totalmente bem, ou tenha de me cuidar agora ainda mais para não cair novamente nessa cilada.

Na primeira sessão de Microfisioterapia, que comentei com vocês no post sobre Saúde, veio a resposta, muitas respostas, e o principal, o começo do que sempre foi mais difícil para mim: o reconhecimento pessoal, a compreensão, o entendimento, o perdão. O desapego e o deixar ir embora o que não é meu, não é bem vindo, mas eu sempre permito novamente me ferir.

Eu tive depressão!

Eu tive depressão pós-parto, na segunda gestação. Um bebê é diferente do outro. Miguel não foi como Guilherme. Eu não tive uma gravidez tão tranquila, em paz e serena com ele. Eu guardei muita mágoa. Eu o ignorei, como se ele não sentisse o que eu sentia. Eu já não estava bem durante a gravidez. Tanta coisa aconteceu naquela época, que nem gosto de recordar. Eu quis parecer forte, inabalável, indiferente aos problemas.

Não consegui ter a mesma conexão com o Miguel como tive com o Guilherme. Esse amor só começou a ser construído tempo depois. Eu só o amamentei por 5 meses, nosso elo se quebrou muito cedo, e não aceitei isso muito bem. Eu não tinha paciência, ele era nervosinho como eu, demorou para que eu percebesse que nossa linguagem do amor é o diálogo, que deveria ter falado tanto com ele quanto falei com o Gui, mas não consegui, eu estava diferente. É através das palavras calmas que nos conectamos, e foi através do amor, demonstrado a ele dessa forma, que consegui trazê-lo para perto de mim, quando ele começou a falar e a se comunicar comigo e eu com ele. E ele começou a falar bem cedo, por conta dessa necessidade. Sua independência também me causava estranheza - não se importava em esperar no berço para ser atendido, em ser o segundo, em adormecer sozinho, em não receber meu colo.

Hoje entendo tudo o que aconteceu comigo, minhas reações, meus desejos esquisitos, minha vontade de sumir, de fugir para nunca mais voltar. Pequenas crises que tive por toda vida, culminaram naquele momento, e eu não via solução alguma a não ser me isolar do mundo naquele meu chato mundo. Eu pensava loucuras insanas - não poderia estar mesmo em meu estado normal. Até minha comunhão com Deus entrou em crise, esfriamento espiritual total. Enfim, guardava muitas revoltas internas que explodiram nessa fase, que não sei bem ao certo onde amenizou. Não consultei, não tomei medicação alguma. Demorou para cair a ficha totalmente.

Acredito que o que me ajudou foi mergulhar nos estudos de música, na especialização, nas aulas, depois nos DIYs da casa, ter começado a gravar vídeos, ter desenvolvido novas habilidades e ter colocado outras coisas na cabeça. Alguns poucos conselhos de quem ainda me dava o trabalho de ouvir e aceitar, talvez também tenha ajudado. Sim, pessoas distantes, da internet, que sabiam da missa a metade. Eu não queria ajuda real. Trocar Y por Z não resolveu a situação, mas a amenizou. Parei de olhar para um problema, e fui resolver o que sabia resolver - ou ao menos o que era mais fácil aprender para mim.

Refletir geralmente não me fazia muito bem, mas o GTD faz a gente refletir, mesmo não querendo, e em meio a esse caos eu conheci ele, que me colocou contra a parede muitas vezes. "E aí, guria, o que você quer como resultado disso?!" Entre muitas outras questões da vida. "Quem é você realmente?" Talvez por isso tenha ido sempre tão devagar, em câmera lenta. Insistindo comigo mesma que estava bem, quando não estava. Quem me lê, quem me vê, talvez não tenha percebido. Só quem teve a oportunidade de me conhecer mais profunda e intimamente, e foi perspicaz aos meus escritos.

Por que ressuscitar esse assunto agora? Porque agora que estou esclarecendo ele, enfim. Sei que milhares de pessoas passam por isso, e que é não é nada legal. Parece normal, mas não deveria ser. Só estou compartilhando por me sentir mais segura agora para contar. Se puder ajudar ou alertar alguém que esteja nessa situação crítica, enfim, minhas palavras e difíceis reflexões não terão sido em vão.

Escrevi o texto "Ode torta a depressão", num momento de inspiração, após os acontecimentos que relatei nos primeiros parágrafos. A dor de quem está sofrendo, os comentários dos amigos apoiando, mais a opinião médica de quem entende do assunto, mais um pouco do que eu passei mesmo não reconhecendo o meu próprio caos.

Cura não há, existe encarar as preocupações de cada dia, e seguir em frente. Existe conviver com problemas e tentar ser forte diante deles. Existe se ocupar com outras atividades, e não dar corda e atenção para pensamentos que deprimem. Existe lutar dia após dia, para que ela não volte, não se instale, para que possamos ficar bem. E se algum dia não estiver tudo bem, que faça algo para me distrair e o mal estar passe logo. Desde que sejam distrações que façam bem.

Ode torta à depressão

Eu queria...

Eu queria escrever neste texto que inventaram a cura para a depressão, ou que encontrei o segredo para espantá-la para longe.
Eu queria escrever que quem passa uma vez por esta doença terrível não corre o risco de passar por ela novamente.
Eu queria escrever que problemas emocionais que ela traz à tona são somente coisas da nossa cabeça, e que na verdade tudo está bem, somente nós é que teimamos em ter uma visão negativa e pessimista da vida.
Eu queria escrever que não é uma doença mental que detona corpo, mente e coração, e faz a gente sentir um vazio tão grande que não se vê sentido em continuar vivendo.
Eu queria dizer que nunca tive crises depressivas na vida, e que meu estágio foi sempre o "não poderia estar melhor".
Eu queria dizer que pessoas cristãs, com fé forte e religiosas não sofrem deste transtorno. Que Deus tem misericórdia e as livra de todos os males, também desses dilemas. Eu queria dizer que cristãos não se suicidam.
Eu queria dizer que pastores e esposas de pastor são as últimas pessoas na face da terra que podem sofrer disso.
Eu queria dizer que somente os fracos e perdidos que sofrem deste mal. Assim como pessoas que sofrem grandes perdas, que as desestabilizam.
Eu queria dizer que a pressão que o mundo nos coloca e principalmente nós mesmos colocamos sobre nossos ombros não é uma das responsáveis de começarmos a trazer ela para perto de nós.

| Uma pressão muitas vezes oculta, só da nossa cabeça, muitas vezes inexistente, de um não que se tem vergonha ou medo de dizer, pois sim é mais bonito e aceitável.
Sim, eu consigo. Sim, manda ver. Sim, vou dar conta. Sim, posso encarar mais essa. Sim, sou uma pessoa multitarefa, consigo fazer com sucesso milhares de coisas ao mesmo tempo, e ter muitos resultados positivos. Sim, sim, sim. |

Eu queria dizer que os baixos da vida não nos abatem. Que devemos ser fortes e dar o exemplo.
Eu queria dizer que é fácil e que depressão não é doença.
Eu queria mesmo era dizer que com organização você pode evitar cair em depressão profunda, ter crises de ansiedade ou uma tal síndrome do pânico, pois desta não sou muito familiar, mas que também gosta de aparecer em alguns diagnósticos, formando o trio destruidor depressão profunda, crise de ansiedade e síndrome do pânico. Ah, como eu queria.
Eu queria encontrar as respostas sozinha, estilo autodidata, da forma que mais gosto Faça Você Mesmo. Com leituras e vídeos edificantes, enchendo a mente com coisas boas, lendo a Bíblia e orando, cultivando hobbies legais, fazendo sexo, trabalhando em algo que gosto, buscando viver menos ansiosa e estressada, pois uma vida organizada é uma vida equilibrada.
Eu queria eliminar isso da vida, sem abrir o coração para ninguém. Afinal, quem me entenderá, se nem eu mesma me entendo?

Eu queria, mas eu não posso.

Não posso acreditar em nada disso, pois são devaneios, mitos, mentiras, julgamentos sem fundamento.
Me chamarão de ingrata, por não reconhecer as tantas bênçãos de Deus na minha vida.
Me chamarão de preguiçosa, por não ter forças para trabalhar.
Me chamarão de confusa e perdida, por ainda não ter encontrado meu propósito e minha missão de vida.
Me chamarão de infantil, por ter crises de carência e querer atenção.
Me chamarão de bipolar, por ter oscilações de humor, e estar quase 90% do mês me sentido como se estivesse na TPM.
Não confiarão mais em mim, por não conseguir dar certeza da minha palavra, hoje feliz, amanhã profundamente infeliz.

Eu mesma não entenderei porque afinal, as coisas não dão certo para mim.
Eu queria me esconder, e viver livre de exposição nas redes sociais. Queria me isolar no meu mundinho, e viver somente comigo mesma. Sem me estressar com mais ninguém. Pois as pessoas existem para nos estressar e não nos apoiar. Talvez até quisesse alguém ali comigo, nesse mundinho, mas com esse alguém jamais daria certo. Eu preciso estar bem, mas não estou. E na verdade, esse alguém não existe, é uma construção da minha mente.

Então eu descubro que não é de alguém que preciso, é de mim, bem.
Não deve ser por ninguém que eu faço as coisas, deve ser por mim mesma.
Eu preciso estar bem. Cuidar de mim, para conseguir interagir com o mundo.
Essa é uma descoberta aparentemente boba, mas é isso aí.

Eu gosto de pessoas, de conversar, eu gosto de organizar a bagunça da casa, pegar no pé dos bagunceiros de plantão, e de ouvir e interagir com as pessoas. Eu gosto de ter um parceiro sempre ali, todos os dias, ou quase todos. A vida é vazia e sem graça sozinha. Sem barulho. Sem bagunça. Só o meu silêncio e os meus barulhos pessoais. Eu ficaria louca se vivesse isolada num mundo só meu, 24 horas por dia.

Quem não chega no fim do poço, consegue se livrar dessas amarras malditas. Talvez um dia isso mude, e a deprê volte a rondar, e você venha a conhecer o fim do túnel. Não deve ser nada legal. Como fugir disso?!

A única coisa que posso dizer é que com organização você pode evitar muito estresse, e com a vida mais em ordem, dizendo mais nãos do que sins, ou melhor os sins que realmente fazem sentido e importam para você, e abraçando um mundo mais pequeno, o estresse e a ansiedade podem não mais fazer morada tão intensa na sua vida. Podem te visitar de vez em quando, mas você terá força de bater à porta na cara delas e mandá-las embora.

Crises depressivas são comuns e normais do ser humano, e mulher com TPM sabe todos os meses o que é sentir-se assim, e é o caos mensal, de 21 em 21 ou 28 em 28 dias, dependendo do seu ciclo. Mas ele deve passar em alguns poucos dias, senão foge da normalidade. Dizem as profissionais especialistas em assuntos do sexo, que existem soluções nesse sentido que amenizam efeitos, e trazem mais bem estar para essa fase. Talvez elas tenham razão, e precisemos conhecer mais sobre e colocar em prática.

É preciso de muito autoconhecimento para reconhecer se a deprê é normal ou fugiu do controle, para pedir ajuda. Nem sempre é a pessoa doente que buscará ajuda, é quem está por perto, identifica e se preocupa com o bem estar dela, e reconhece, de que seu comportamento não é normal.

Não é vergonha reconhecer que se sente mal, e desabafar todos os monstros que construímos na nossa imaginação, por conta de frustrações que sentimos, decepções da vida, experiências desastrosas, perdas irreparáveis, e caos internos que não tem explicação, fazem parte de nós.

Como cada pessoa sente a vida de um jeito diferente, o que pode ser somente um tapa com luva de pelica para alguns, significa uma surra com vara de pêssego para outros.

Há situações que vemos acontecerem com outras pessoas que imaginamos ser insuportáveis nos colocando no lugar delas, mas cada um tem sua própria história para viver, e vai lá saber o que ainda terá para rolar na nossa.

Num momento de dor ouvir dizer "tudo o que está passando te tornará mais forte", ou que algum dia você conseguirá ser um testemunho vivo de superação de alguma experiência caótica ou patética, parece inacreditável. Mas isso é verdade e essa deve ser nossa esperança. A coragem para falar e se expor pode demorar, mas um dia ela chega. O Espírito Santo irá fazer arder seu coração, ele baterá mais forte dentro do peito, e você se sentirá capaz de falar sobre seus traumas e dilemas passados, sem medos, pois foi curado. Enquanto ainda dói, viva a dor, e tente aprender com ela. Talvez nunca entenda, talvez as peças comecem a se encaixar, mas o certo é que irá passar, e virão outras dores. A vida é assim, viver é encarar isso.

Enfim, há esperança? 

Se a priorização que a organização nos propõe, de cuidar melhor da nossa estrela da vida, das nossas 8 pontas, uma de cada vez, nos ajudar a dizer sim para o que realmente importa, maravilha! É um trabalho para a vida, e revisar o que desejamos dessas 8 pontas também.

A organização pode não trazer a cura, mas traz a reflexão e o discernimento.
O que é essencial para mim?
Se estiver doente, a primeira coisa a cuidar é "ficar bem".
Se sofrer de ansiedade é me controlar, dizer não e lembrar que é preciso ir mais devagar.
Navegar contra a maré, pois cada pessoa tem o seu ritmo.
Se quiser abraçar o mundo e começar e entrar em pânico, as alergias podem explodir na pele, o corpo apontar uma enfermidade mais crítica, que uma dose de remédio na veia não fará efeito.

A organização provoca mudanças positivas na nossa vida.
Provoca um planejamento com foco em prioridades, que podem mudar a todo o tempo.
Provoca uma necessidade de revisão de prioridades constantemente, e isso nos traz tranquilidade.
Provoca um olhar ao que é essencial, e precisa fazer parte do dia a dia.
O que não for, deixe para lá. Nessas partes ela pode ajudar.
Agora se o dodói foi maior, busque ajuda profissional.
Para isso existem os médicos, para nos curarem de nossos males do corpo, do coração e da mente.
A reflexão que ela nos traz deve ir além: não irei conseguir sair dessa sozinha.
Preciso de ajuda. Sem reconhecimento não há mudança.

Quando alguém próximo a nós está com depressão, seja da família ou amigos, nem sempre saberemos identificar. As pessoas mudam drasticamente. Isolam-se em suas cavernas e calam-se. Ou criam falas totalmente sem nexo e tornam-se profundamente agressivas e ofensivas. É difícil saber o que dizer ou como ajudar, pois desabafar nem sempre irá resolver alguma coisa. Uma palavra de ânimo e coragem não será a solução. Somente ouvir não será a solução. Fugir da situação que causou todo o estresse também não será a solução. Cada situação se desenrola de um jeito, e às vezes demora muito para ser superada. As marcas ficarão.

Deus existe para nos dar forças na caminhada, colocando as pessoas certas em nossa vida para nos ajudarem. É bem quando achamos que ele nos abandonou, que ele nos carrega no colo, através dessas pessoas, que são nosso suporte, a palavra amiga, dura às vezes, para nos fazer acordar para vida e fazer o que é certo. Ficar bem, acima de tudo, para seguir a vida, e brilhar a glória de Deus em nossas vocações, também ajudando outras pessoas. Pois é sempre muito melhor estar na posição de ajudador do que de necessitado de ajuda. Revezemos nossos papeis, buscando ficar bem, para conseguir ajudar quem precisa.

Se a situação estiver insuportável, e a organização da sua roda da vida te fizer refletir sobre prioridades e "qual a próxima ação a tomar", talvez essa ação seja - procurar ajuda. Sozinho, nesse jogo, é bem difícil dar certo. São poucos os que são tão perspicazes, fortes e conseguem pular fora a tempo.

Sobre depressão e afins.


Depressão não é mimimi, é uma doença e uma realidade que pode estar bem mais perto de você do que imagina. Fiz um breve improviso sobre o tema, lembrando de que se nos ouvíssemos mais, e julgássemos menos, a vida seria bem mais fácil. Só falamos quando confiamos. Só ser um bom ouvinte não é a solução, mas quem está bem pode ajudar a encontrar o melhor caminho para aqueles que não vêem mais caminhos.

Na verdade, ficaria muito feliz com seu comentário, se chegou até aqui, ou se parou no primeiro parágrafo. Estamos todos juntos nesse barco da vida, e eu desejo estar no lado do ajudante e apoiador! E você? 


Sobre depressão e afins.



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31 de maio de 2019

Linkagem de Referência | Projeto 52 Atitudes

Não é necessário dizer que este blog é um espaço organizado desde que foi concebido, e de que desde o princípio Casa, Vida e Trabalho apareciam aqui entrelaçados de alguma forma. Ele por si só já expressa isso com muitas evidências. Muita coisa mudou nesse tempo todo, mas sua essência não. Todas as áreas da vida foram contempladas aqui, direta ou indiretamente, e refletindo sobre o conteúdo de Transformando Espaços, isso me deixou muito feliz! Um espaço organizado que transforma a nossa vida!

Evidência dessa organização é o projeto do meu coração de 2015, 52 atitudes, que desenvolvi após o 52 objetos, de 2014. Esse apego a coisas, e listar objetos importantes e essenciais, me fez pensar que mais importante não são as coisas que temos, mas o que somos. Poderia muito bem viver sem algum daqueles 52. Foi bonitinho brincar de escolher, escrever e refletir sobre, até para perceber que precisava ir além, bem mais além.

Neste post especial eu listo todas atitudes, divididas conforme as áreas da vida. Fica como referência para pesquisar sobre bons hábitos que esse projeto faz a gente não só pensar, mas a por em prática na nossa vida. Pois pensamento sem ação é pura ilusão!

Linkagem de Referência | Projeto 52 Atitudes



ESPIRITUALIDADE

Projeto 52 Atitudes | Atitude 25 | Seja um pioneiro espiritual.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 28 | Crie uma vida autêntica.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 47 | Seja agradecido.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 52 | Ajude alguém.

SAÚDE

Projeto 52 Atitudes | Atitude 3 | Tenha tempo para você!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 4 | Escreva um diário!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 6 | Elimine o que consome sua energia!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 8 | Desacelere! Não seja movido a adrenalina!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 16 | Cuide de você!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 20 | Dê atenção aos primeiros sinais de alerta!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 21 | Aprenda a esperar!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 30 | Dê uma recompensa para você!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 32 | Durma bem!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 35 | Crie um espaço em casa para descansar!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 39 | Crie um modo de vida saudável!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 44 | Cuide da sua mente com carinho!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 50 | Sacuda a sua vida!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 51 | Tranquilize-se!


RELACIONAMENTOS

Projeto 52 Atitudes | Atitude 24 | Construa relacionamentos de qualidade.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 29 | Estabeleça parcerias.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 31 | Deseje o amor ao seu próximo.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 36 | Invista na sua vida!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 38 | Eleve seus padrões!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 45 | Cuide das suas joias mais importantes.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 46 | Dê um presente a alguém especial!




LAZER

Projeto 52 Atitudes | Atitude 14 | Divirta-se!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 15 | Dê férias a sua cabeça!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 23 | Dê asas aos seus desejos!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 42 | Tenha acessórios de vida!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 43 | Brinque!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 48 | Conceda-se o direito ao tédio!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 49 | Dê um tempo a loucura!


ESTUDOS

Projeto 52 Atitudes | Atitude 26 | Faça algo que você sempre teve vontade de fazer!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 40 | Faça algo a mais por você.

 
FINANÇAS


Projeto 52 Atitudes | Atitude 13 | Faça seu dinheiro trabalhar para você!

CASA

Projeto 52 Atitudes | Atitude 17 | Crie Espaço!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 33 | Organize o seu escritório.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 37 | Invista na sua vida!


TRABALHO

Projeto 52 Atitudes | Atitude 1 | Reflita sobre suas realizações.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 2 | Defina um objetivo.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 5 | Defina suas prioridades.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 7 | Sinta os resultados da sua mudança.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 9 | Mantenha o foco.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 10 | Diga não às vezes.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 11 | Desenvolva uma qualidade estratégica.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 12 | Revise suas prioridades.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 18 | Concentre sua energia.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 19 | Dê uma pausa para a espontaneidade.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 22 | Enfrente os seus medos.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 27 | Observe se está a sombra de alguém.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 34 | Defina sua missão de vida.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 41 | Produza mais e melhor.


❤ 

29 de maio de 2019

Perdi a barriga | Minha experiência com tratamento estético

| Como perder a barriga com tratamentos estéticos!
Em 2018 eu realizei um desafio de saúde pessoal, que ainda não compartilhei por aqui com vocês, sim, pois é. Queria que fosse algo só meu sabe, estava toda semana atucanando vocês com os 52 toks de organização e decor, que pensei: guarde esse só pra você guria. Depois você conta! Enfim, chegou a hora de contar, senão vai que a barriga volte de novo! Socorro! Não, a única coisa que poderia acontecer é perder mais um pouquinho, isso sim! Sempre convivi com esse complexo de barriguinha, até antes de engravidar, acho que é do meu corpo, tendência familiar talvez, rs.... Para mim é um complexo normal já, mas depois da gravidez percebi que comi um pouco além da conta, muitas vezes tarde da noite, muito por ansiedade, e depois da segunda especialmente, não me cuidei muito mesmo, essa é a verdade, além de outras que justificam e esclarecem essa ansiedade mas não vem ao caso. Então no vídeo eu conto um pouco os procedimentos que eu fiz, mostro umas fotinhos do antes e depois e converso sobre saúde com vocês! Não é o meu assunto mais preferido, mas tento me cuidar da melhor forma possível! Precisaria curtir ele mais! Ainda tenho muitos bons hábitos para aprimorar na minha rotina, mas que eliminar a barriguinha foi um bom começo, isso foi!

PS: Não comentei no vídeo, mas o procedimento da Criolipólise eu não faria novamente. Achei muito desconfortável, e a barriga fica avermelhada assim, como na foto. Não curti, é meio doloridinho, para que não curte dor, melhor pensar bem antes de fazer. Sou meio mimimi para procedimentos assim. Já a Criofrequêcia e a Ultracavitação, foram tranquilas, faria com toda certeza de novo, para ajudar a manter, e eliminar o que faltou eliminar naquela vez, rs... Mesmo que a Criolipólise não tenha curtido, os efeitos dela junto aos demais tratamentos deram um efeito legal no abdômem. Ao menos eu gostei! O maridão também!

Você já tinha ouvido falar nesses tipos de tratamento estético? Tem curiosidade em saber mais sobre? Registra aí nos comentários!

Perdi a barriga | Minha experiência com tratamento estético



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24 de maio de 2019

Reflexões sobre Saúde

| Se fôssemos conversar sobre saúde física e emocional, 
o que será que diríamos sobre nós?! Está tudo bem? Mesmo?




Fico indignada comigo mesma com os desafios malucos que invento para executar. Mas vamos lá, se é para ajudar vocês, é por uma boa causa. Já é complicado às vezes entender as experiências da própria vida, então, quem dirá falar de outras. O case dos big posts será minha vida, foi essa conclusão que cheguei. Experiências que passei com as quais talvez se identifiquem, talvez desconheçam, mas com certeza, te farão olhar para sua própria vida e refletir fazendo as devidas adaptações. Esse estigma de big posts tem me bloqueado para escrever, como se estes posts devem ser guias, referências, tipo, normas de conduta. Nada disso. Descobri que foi só um pretexto para refletir sobre meus aprendizados de vida em cada área. Isso me move, isso me libera, isso me faz escrever.

Eu quero viver com leveza, verdadeiramente com leveza. Não sendo um poço escondido de nervosismo. Eu quero ser tranquila, verdadeiramente tranquila. Eu quero fazer o que tem de ser feito e ter paciência, as coisas não vão dar certo, já estão dando certo! Eu quero viver o aqui e agora de forma plena e realizada. Eu quero bem estar, qualidade de vida, verdadeiramente qualidade de vida! A organização, refletindo sobre saúde, acaba me levando para reflexões que evito, dispenso e não gostaria, mas são necessárias.



As oito áreas se conectam entre si!

Quando refletimos sobre áreas da vida, equilíbrio entre casa, vida e trabalho, e mergulhamos nisso realmente a fundo, percebemos que uma coisa está totalmente ligada a outra. Não são pedaços isolados, distintos, mas todos igualmente importantes, essenciais. Se alguma vai mal, isso reflete nos demais, de alguma forma. Se uma vai muito bem, isso ilumina todas as outras também, de um jeito muito interessante. Isso deveria estar escrito na conclusão dos posts sobre as áreas da vida, e não já no segundo sobre Saúde, mas foi exatamente isso que me veio a mente quando comecei a analisar o conteúdo que existe no projeto 52 atitudes, separando elas por áreas.

A vida me trouxe muitos aprendizados legais, e grande parte deles eu tenho compartilhado com vocês nos últimos anos. Não foi uma pessoa, um curso, um livro, um projeto específico, uma grande mudança, que me ensinaram tudo isso. Foi a soma de tudo o que aconteceu na minha vida. De tudo o que passou por ela e ficou. Algumas coisas ficaram. Algumas precisam ir embora.

Socorro!!! O que esse papo tem a ver com Saúde?! A área mais bem resolvida na minha vida?! Será? Mentira. Descobri recentemente que saúde é minha área mais mal resolvida, e que reflete negativamente em tudo o que eu espero para mim. Eu quero ficar bem, quero fazer coisas, quero não fazer nada às vezes, e estar ok com isso, mas há duas forças dentro de mim que lutam entre si. Um eu dodói e um eu que insiste em fazer de conta que está tudo bem.



Reconheça seu caos, mas não encare ele sozinha(o)!

Reconhecer que algo está errado é o primeiro passo, e buscar ajuda. Não é normal viver mal, não é normal viver com enxaqueca, não é normal ter crises depressivas, não é normal ter alergia, não é normal viver com stress, não é normal não querer ajuda. Não é normal estar sempre em estado de alerta e vigília - pois há muito a fazer (sempre haverá) - ou pelo fato de parar e descansar - ter pensamentos de inutilidade (e ficar depressiva). Preciso encontrar o meio-termo, o equilíbrio.

Sempre achei que tinha de resolver minha vida sozinha, achar as respostas sozinha, sabe aquele vício de ser autodidata em tudo, faça você mesmo, de um jeito, encontre a solução? Pois é. Esse ano Deus me abençoou com apoiadores, e me mostrou que "não, não é sempre sozinhos que alcançamos o que queremos". Eu sabia disso, como talvez você, mas não entendia, não reconhecia, e não vivia isso como deveria viver.

Um deles é na área do empreendedorismo - trabalho - e vocês conhecerão mais sobre esse presente daqui há alguns meses. Surpresas lindas vem vindo aí! O outro foi a solução que estava buscando: alguém que não só me ouvisse, mas me ajudasse, e me trouxesse o caminho da cura.



Uma nova descoberta: a Microfisioterapia

Descobri que em se tratando do assunto Saúde, todos estamos doentes, só não reconhecemos isso. Seja por sinal de depressão, stress, ansiedade, enxaqueca ou uma simples dor de barriga. Cada pessoa carrega suas dores, suas mágoas, seus traumas, seus bloqueios internos, seus problemas e dificuldades, e dá muito valor para eles, mesmo inconscientemente. Eles sobressaem e transparecem em dores físicas, em doenças, como que um sinal de que algo não está bem.

Tratamos as dores físicas, mas as emocionais continuam lá, desencadeando outras dores e problemas. Não só em dores físicas e doenças, mas em problemas de toda ordem, em todas áreas da vida - relacionamentos, estudos, trabalho. Muitas não temos ideia do quanto nos machucam, até entendê-las.

Sorrimos, brincamos, ignoramos, seguimos em frente fazemos de conta que está tudo bem, mas nem sempre está. Este post não é para ser triste, e sim alegria! Pois reconhecer nosso caos - nossas dores - é o primeiro passo para buscar ajuda! Saber que existe solução é um grande consolo, não é normal vivermos doentes, emocionalmente doentes.

Conheci recentemente a Microfisioterapia, que é uma técnica francesa de terapia manual que consiste em identificar a causa primária de um sintoma ou doença e a partir disso, estimular a sua auto-cura, através de micropalpações em locais específicos no corpo.

Através de toques sutis na pele, acontecer o desbloqueio de travas que temos na vida? É uma coisa mágica, parece meio louco assim, para quem nunca ouviu falar, mas é muito, muito interessante. Percebe-se, somente pela fala deste post, e quem já conhece há mais tempo, pode dar seu testemunho.

Estou muito feliz de ter encontrado ela, e de estar vivendo essa fase de transformação, será que poderia descrever assim? Não sei o que dizer exatamente, só que parece mágica, assim como a organização parece para muitos. Minha casa está ok, meu trabalho está ok, mas eu preciso ficar ok, para minha vida ficar verdadeiramente ok. Estou no caminho. Nem queria escrever nada sobre por enquanto, mas enfim, não consegui segurar. É muito bom pra ser verdade. Quando for o tempo certo, vou compartilhar mais com vocês. Pois coisa boa não pode ser guardada há 7 chaves, precisa ser compartilhada.


Meus desafios de #saúdeorganizada

Estarei nas próximas semanas contando sobre alguns desafios de saúde que comecei em 2018 para vocês, que tem a ver com caminhadas, tratamento estético e alimentação saudável. Meu projeto de organização da saúde começou assim! Esse último colocado mais em prática a partir deste ano. Mais para frente conto sobre a Microfisioterapia, quando meu tratamento acabar.

Tudo o que você planeja começar a organizar na vida sempre parece gigante e impossível demais até dar o primeiro passo. Comece. Na área da saúde sempre temos coisas a melhorar, e ela só nos desperta quando acontecem coisas que nos chateiam e não permitem levar a vida normalmente. Não reconhecer é mais chato ainda. Não espere adoecer para se cuidar. Cuide-se desde já! Previna-se! Mude! Por você!


O que já rolou aqui no blog sobre saúde?


Projeto 52 atitudes (2015/2016)



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8 de maio de 2019

Como dar um tempo para os problemas?

| Sobre dar um tempo nos relacionamentos, nas redes sociais, de tudo e/ou simplesmente um tempo para si mesmo!
Pare de focar no problema e vá se ocupar com outra coisa. Quem não encuca a cabeça e o coração com problemas sem solução?! Só eu? Para alguns você pode até encontrar uma solução inteligente, mas não uma solução sábia. É essa solução diferente que fará realmente a diferença, e nem sempre é essa que você escolhe. Pois essa te provoca a mudar, a olhar para dentro de você a encontrar respostas, e isso dá trabalho. É um exercício de autoconhecimento. Confira no vídeo minha explicação mais clareada sobre como tento encontrar essas "soluções diferentes" para os problemas "sem solução" da vida, nem tão sem solução assim... Comenta o que achou e se vale a pena continuar gravando esse tipo de vídeo Fala Edel - sobre a vida e suas facetas.

Como dar um tempo para os problemas?



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