Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

29 de julho de 2018

Transforme o velho em novo! - Tok 30 | Desafio 52 toks de organização e decor

Móveis e objetos antigos e velhos podem e devem ser transformados para compor a decor de nossos ambientes! Este vídeo faz parte do projeto 52 toks de organização e decor, e no Papo Reto Decor de hoje falaremos sobre “Transforme o velho em novo”, sejam objetos e/ou móveis. Já me sinto até expert nesse assunto! Pois coisa antiga é o que não falta por aqui...

Quando me casei, minha mãe me deixou levar comigo o antigo baú do meu avô. Meu pai (que já é falecido) queria também me dar a cristaleira, que organizava os meus brinquedos quando criança, mas não quis. Não queria tanta coisa velha em casa, mas sim comprar tudo novo. Casa nova, móveis novos. Pensava eu. Só que esse comprar tudo novo é bonito na teoria, quando se começa a vida a dois são muitas coisinhas para resolver e adquirir e uma casa totalmente mobiliada e novinha em folha às vezes leva tempo para ser tornar realidade. Decorada então, talvez mais um pouquinho de tempo. São etapas que vamos conquistando aos poucos, pois há outras conquistas mais importantes que vem na frente.

Os caminhos de Deus trouxeram minha mãe para morar conosco, um pouco antes do Guilherme nascer, em 2011. Ela se mudou e dividiu as “velharias” entre meu irmão, e eu, carinhosamente nomeando os móveis antigos. Felizmente tanto ele curte, e eu aprendi a curtir e a valorizar também.

Não que não quisesse comprar móveis novos e modernos, planejados etc e tal, nunca priorizamos ter mais do que precisávamos, e felizmente pensamos assim! Meu olhar sobre as “velharias” mudou no decorrer do tempo, e me arrependi mil vezes por não ter aceito a cristaleira que meu pai queria ter me dado lá atrás. Pois um aparador ou buffet moderninho ou retrô não é nada barato.

Agora, por que estou contando a minha história com os móveis antigos neste tok? Porque acho a forma mais didática de fazer você repensar sobre mobiliário antigo. Se temos uma história com os móveis para contar e valorizar, porque descartar tudo, e considerar o novo e planejado muito mais lindo e maravilhoso? Onde iriam parar todos esses achados? É uma grande economia repaginar um móvel antigo, nem que trocentas vezes numa vida, mas não trocar tudo de tempos em tempos, e descartar as coisas como se fossem objetos quaisquer e inúteis.

Pessoas pagam caro para conseguir um móvel desses (estilo antigo), e outras acham relíquias em plena calçada na rua. Levam para casa, dão um bom trato e plim! Lá tem um móvel lindo e novo para decorar suas casas!

Esse tok não vale somente para móveis antigos, mas também objetos. Não fiz muitas transformações de objetos aqui em casa, tipo, de uma fruteira uma luminária, de uma panela velha vasos de plantas ou temperos, mas sempre é tempo de transformar coisas velhas em novas com amor e consciência de que nem tudo é preciso ir para o lixo... confira o conteúdo animado deste post no vídeo abaixo! E você, curte ou não curte móveis antiguinhos!?

Transforme o velho em novo! - Tok 30 | Desafio 52 toks de organização e decor


28 de julho de 2018

Um dia | Resenha do Filme

Resenha Crítica do filme "Um dia". Queria avaliar o filme sobre amizade como bonitinho, engraçadinho, curtível e talvez ele seja. Só que aprendi a ler mensagens subliminares, e algumas delas não me agradam nadinha.

| O que quer que aconteça amanhã, tivemos o hoje. (Um Dia)
Clique no play no vídeo abaixo se estiver a fim de ler com o fundo musical tema do filme, lindíssimo por sinal. Pianos e violinos salvam minha resenha.


Assisti ao filme Um dia por recomendação de uma blogueira, que falou, muito, mas muito bem desta incrível produção sobre amor – nada a ver com amor. Filmes de amor modernos. Filmes de amor não convencionais. Filmes de amor que parecem nada ter a ver com amor. Isto é no mínimo curioso, e atraente. Depois de assisti-lo não entendi onde foi parar o glamour do filme, o tchãnãnã que me faria indicá-lo numa resenha crítica como um filme incrível. Para mim foi um filme totalmente frio, sem paixão, sem amor, deprimente. Na verdade, não entendo porque ainda assisto esse tipo de filme (romances) se a grande maioria me deprime e revolta tanto.

À primeira vista ele me pareceu assim, mas eu assisti a segunda vez, para tentar salvar a história como uma boa história. Tentei assisti-lo com mais sensibilidade, e a conclusão que cheguei é que não existem histórias perfeitas. Comédias românticas que tem como essência “dramas” é o que muitos vivem. Ninguém vive sempre bem, e brigar para viver melhor, vale a pena, adianta? Talvez o amar esteja na tolerância, de respeitar as escolhas de cada um, de aceitarmos as pessoas e os fatos da vida como eles são. Dramáticos às vezes, mas divertidos também se vivermos um dia, de cada vez.

Em resumo a história do filme se baseia na história de vida de Emma e Dexter, que apesar de sentirem um algo mais, uma conexão especial desde o dia que se conheceram, seguem rumos diferentes, mesmo se comunicando de vez em quando, e se encontrando todos os anos – nem que por contatos telefônicos. Fica essa lenga lenga fria e sem perspectiva por 2 décadas. Acho que percebo o porquê da minha revolta: os dois não se comunicam – se trumbicam. Por que as pessoas ignoram o fato de que diálogos (não monólogos) resolveriam 80% de nossos problemas no dia a dia?! Ela comunica sua paixão a ele por escrito, em cartas e poemas, mas permanecem nas cartas e poemas, pois ele não faz grande coisa com essa informação. Dexter a considera uma boa amiga – afinal, ele não é obrigado a sentir o mesmo (nem se dar a chance de sentir algo), abandonar seus sonhos e sua liberdade para se entregar a viver uma história de amor, passar a ter uma rotina, compartilhar a vida ao lado de Emma, os objetivos de ambos são muito diferentes! A liberdade de viver só fala mais alto que tudo. Homens, ah, os homens... um filme de amor frio e insensível, tipicamente masculino.

Apesar daquele primeiro encontro onde nada além de amizade acontece, o filme registra acontecimentos da vida de ambos de forma criativa durante 20 anos, com os marcos anuais das conquistas, o contexto da época, o amadurecimento e situações ferradas que ambos se metem. Nem sempre podem contar um com o outro nas crises – pois há uma combinação tosca de manterem contato, não um compromisso efetivo. Porém é um no outro em que pensam naqueles maus momentos, e até se buscam por telefonemas, mas nem sempre se encontram. Naquela grande perspectiva “vamos ver o que acontece”, em geral o que acontece é nada, na maioria das vezes. E os encontros quando acontecem são totalmente amigáveis, como no primeiro: sem amor nem sexo. Algo atípico para um filme de romance.

Ao final da história tem alguns respingos de um viver apaixonado, dividido, compartilhado. Enfim, ficam juntos, mas por pouco tempo. Só porque ele, numa crise, a busca, e ela enfim cede. Desde então, ele passa a vê-la com outros olhos. Caem as fichas das longas cartas, se tivesse cedido antes! Cada um tem o seu tempo, e o tempo deles foi um pouco tarde demais. Por que adiar viver uma história de amor? Por que adiar uma oportunidade, uma chance, por décadas em prol de um egoísmo imbecil, que ao menos no filme não trouxe benefício algum a ambos? Como essa conexão e confiança pode resistir ao tempo, e esse desejo não se perder pelo caminho?

Seria interessante propor a alguém que você sente uma “conexão especial” mas que tem objetivos de vida diferentes dos seus, manterem contato ao menos uma vez ao ano, num dia ou mês em especial? Naquele dia se encontram pessoalmente, ou se ligam, ou se vêem pelo computador ou celular mesmo? Naquele dia se contam as novidades do ano, se não acompanham os acontecimentos em rede social ou meios de comunicação, se o objetivo de um deles for ser famoso e se tornar celebridade?! Você viveria um amor especial e moderno nesse estilo? Com toda a frieza que essa combinação sugere? Sem contato físico efetivamente, somente um amor colorido de uma parte, e uma amizade preto e branca da outra? Será que isso é um padrão de relacionamento que se possa sugerir ou desejar a alguém?

Acho que nossos pais e avós é que sabiam viver a vida, porque essa coisa de amores modernos não está com nada. É preciso brigar de vez em quando, rolar cobrança, rolar discussão, e terminar calando a boca com beijos e abraços. É preciso crescer junto, amadurecer um com o outro, aprender um com o outro a ser um ser humano melhor. É preciso sentir aquela paixão que deixa as pessoas loucas a ponto de casarem e depois se depararem com a rotina chata do dia a dia que é melhor coisa que existe. Uma rotina que traz segurança, conforto, bem-estar e filhos, para fazer tudo sair do centro novamente, e deixar a vida com mais cara de aventura e divertida. Dramática às vezes também, dividindo atenções e amores, mas ensinando a viver em comunidade, dentro de casa. Ceder, amar, perdoar, tolerar, pegar leve, conversar, abraçar, educar... isso é viver a vida, isso viver um amor, venham os filhos depois ou não!

One Day | Resenha de Filme

Não consigo acreditar que histórias assim encantam algumas pessoas a tal ponto de optar por imitarem essas estratégias de “Um dia” nas suas vidas. Elas irão se magoar da mesma forma. Irão sofrer da mesma forma, mais cedo ou mais tarde, com suas escolhas. Sei que minha avaliação é crítica, bem crítica quanto a proposta da história. Uma escolha que não me submeteria, por mais grande que fosse o amor pela pessoa, pois não é um padrão de exigência que combine com meus princípios e desejos de viver a dois. O tempo passa, as fases de vida mudam, o vigor da juventude se vai, novas fases vêm, e viver isso só, ou com alguém que não se ama deve ser muito triste. 

Guardar o amor por outra pessoa a sete chaves, e deixar de viver tudo o que pode ser vivido, para depois de 20 anos não acredito ser uma atitude inteligente e sábia. Vivamos a dor do fim, do nada que pode ser feito, de uma vez por todas. Depois passará, a marca ficará, mas abriremos os olhos para novas perspectivas – não para algo mal resolvido do passado que insiste de tempos em tempos em bater na nossa porta, no nosso celular, na nossa tela do notebook. A vida é o que acontece na real, não o que poderia ser um dia, depois de décadas, se ambos ainda estiverem aí para viver algum romance.

Talvez haja uma explicação porque sofro tanto com essas histórias. “É só um filme”, como diz meu marido. Porém sei que pessoas vivem isso, e me coloco no lugar delas. Talvez também porque para escrever assim, tão sentimental e na real, precise sentir essa empatia, como se fosse comigo mesmo. Para uma mulher apaixonada como Emma, ser tratada com tanta “amizade” por parte de Dexter, tanta tolerância é questionável.

Ficar feliz por sua existência, pelo dia de hoje que viveram no ontem ou pelo dia de amanhã que talvez se verão novamente. Ficar feliz mesmo recebendo só amizade de quem se deseja mais, pois ser amiga nem sempre significa ser prioridade na vida de alguém. É difícil dizer nunca, é difícil concluir esse pensamento. Porém, é fato que ele a fazia feliz mesmo daquele jeito estranho de ser, e que ela ajudou a torná-lo uma pessoa melhor. Algumas pessoas exercem vocações inexplicáveis na vida de outras pessoas, somente o são. Como não consigo concluir com outra frase melhor que essa, peço sua reação a este texto. Muito dramático? Muito enrolado? Fui muito dura? Se tiver outra impressão sobre o filme, me console.

26 de julho de 2018

Casa Organizada com... Produtos de Supermercado | Top 7 Produtos Organizadores

Que produtos organizadores a Edel garimpou em supermercados para compor o mix de produtos da sua casa? Alguns gastando pouco, outros nem tão pouco assim? O TOP 7 de hoje são com produtos que comprei em Supermercados e a maioria que já me acompanha há muitos anos! Perdoem-me pelo barulho no vídeo, bem na noite de gravação caiu uma chuva daquelas, então, o chiado é a chuva! Não regravei, pois achei que o conteúdo ficou muito legal! Espero que gostem, e relevem...


24 de julho de 2018

A noite - Tiê | Piano Cover - Edeltraut Lüdtke

| E quando chega a noite, e eu não consigo dormir
Meu coração acelera e eu sozinha aqui

A noite - Tiê | Piano Cover - Edeltraut Lüdtke


#

LETRA DA MÚSICA

Palavras não bastam, não dá pra entender
E esse medo que cresce e não para
É uma história que se complicou
E eu sei bem o por quê

Qual é o peso da culpa que eu carrego nos braços?
Me entorta as costas e dá um cansaço
A maldade do tempo fez eu me afastar de você

E quando chega a noite e eu não consigo dormir
Meu coração acelera e eu sozinha aqui
Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão
Olhos nos olhos no espelho e o telefone na mão

Pro tanto que eu te queria, o perto nunca bastava
E essa proximidade não dava
Me perdi no que era real e no que eu inventei
Reescrevi as memórias, deixei o cabelo crescer
E te dedico uma linda história confessa
Nem a maldade do tempo consegue me afastar de você

Te contei tantos segredos que já não eram só meus
Rimas de um velho diário que nunca me pertenceu
Entre palavras não ditas, tantas palavras de amor
Essa paixão é antiga e o tempo nunca passou

E quando chega a noite, e eu não consigo dormir
Meu coração acelera e eu sozinha aqui
Eu mudo o lado da cama, eu ligo a televisão
Olhos nos olhos no espelho e o telefone na minha mão

22 de julho de 2018

Pense fora da caixa! - Tok 29 | Desafio 52 toks de organização e decor

Como pensar fora da caixa se todos já tiveram a ideia que você teve e parece que nada mais é inédito?! Este vídeo faz parte do projeto 52 toks de organização e decor, e no Papo Reto Decor de hoje falaremos sobre “Pensar fora da caixa”, seja em soluções de organização ou de decor. Certa vez alguém me falou para pensar fora da caixa. Ser mais criativa já estava no meu plano, mas não sabia como, e esse pensar fora da caixa é algo que demora a cair a ficha, muitas vezes.

Tanta gente fantástica dando dica de organização e decor, conseguir pensar fora da caixa e fazer diferente é quase um milagre. Uma missão impossível. Qualquer ideia nova que você tenha, digite no Google ou no YouTube, e lá já está alguém falando ou escrevendo sobre. Querer ser melhor do que os outros é uma missão perdida ante mesmo de começada! Seja diferente, é melhor!

Você só pode fazer do seu jeito, do seu gosto, com as suas condições, com as suas palavras, e melhor do que você fazia antes. Se nunca fez, já é um grande avanço! O empoderamento de conseguir pensar fora da caixa, é olhar mais para dentro de você do que para fora. Não interessa como e com o que os outros fazem, mas como e com o que você irá fazer.

Isso faz toda a diferença e te tira esse peso de achar que um dia será a última coca-cola do deserto. Pois tentar competir com quem pensa mais fora da caixa é desgastante e também bloqueia totalmente a sua criatividade. Ela só aflora quando você começa a ser quem você é, não ser alguém que os outros gostem, e por mais que devore ideias mil, em Pinterest e afins, busque se inspirar no que você é e no que você curte.

Nesse momento você conseguirá olhar para o seu espaço e buscar soluções. Não estou te mandando embora desse vídeo, só quero te abrir os olhos para a realidade. Não é todo mundo que curtiria uma Sapateira de Pallets, ou Organizador de Pallets. Preferiria uma mesa de centro de pallets. Uma cama de pallets. Nem todo mundo curtiria caixas de papelão na organização e decor, preferiria caixas nobres e sofisticadas. Mas é sempre bom conhecer as possibilidades malucas que inventam por aí!

Pensar fora da caixa é um exercício contínuo, que só conseguimos fazer quando desbloqueamos a mente para novas soluções. Por mais esquisitas que elas pareçam aos olhos da maioria. Se funciona na sua casa, é isso que importa! Confira a versão animada deste post dando play no vídeo, e comenta a ideia mais fora da caixa que você já teve!

Pense fora da caixa! - Tok 29 | Desafio 52 toks de organização e decor


18 de julho de 2018

Studio da Blogueira - parte 7 | Tour Final!

Finalmente chegamos ao tour final do Studio da Blogueira! E ainda neste vídeo temos novidades, pois uma das paredes ainda não apareceu em nenhum vídeo, então, bora lá conferir o tour! Estou muito feliz com meu novo espaço, espero que vocês também tenham gostado! Confiram o post do tour que mais amei aqui no blog, até mais do que o home office, pois agora ambos competem de igual para igual! O trabalho é lá e cá!

Repetindo as cores do Transformando Espaços - branco como o  fundo do blog - e preto como pano de fundo dos vídeos do canal! Combinação óbvia, e muito colorido nos detalhes, especialmente a parte que armazena os materiais e estoque DIYs. O branco trouxe uma iluminação a mais para o ambiente, já que geralmente gravo os vídeos à noite, e mesmo quando gravo de dia, geralmente a porta da garagem está fechada, e a janelinha é bem pequena para considerar como fonte de iluminação. As luzes led existentes já cooperam bastante também, e são mais sustentáveis! A mesa vermelha é a peça em destaque, e a simplicidade nas caixas é evidente: muitas reutilizações por aqui! De caixotes, caixas, latas, potes, e objetos antigos que tiveram seu consagrado espaço aqui em casa!


Planta baixa do Studio da Blogueira

studio da blogueira - casa de personal organizer


Tour pelo Studio da Blogueira | Casa de Personal Organizer


Studio da Blogueira - parte 7 | Tour Final!



Mais posts:


Caixas e Pallets organizam a área inferior das prateleiras

Decor Studio da Blogueira

Vista geral Studio da Blogueira

Vista parede lateral Studio da Blogueira

Studio da Blogueira

Área de Desapego - Descarte e Doações

Área de Desapego - Descarte e Doações

E aí, gostaram?! Me contem nos comentários o que acharam! Especialmente se tiverem alguma sugestão, pois já sabem que adoro mudar, né? Não desaprendi ainda não, vai que eu gosto da ideia! Aguardem que em breve sairá um vídeo somente com os DIYs diferentes e criativos que surtiram deste projeto mega especial! Até mais!

❤ GOSTOU DESTE CONTEÚDO? COMPARTILHE!