30 de agosto de 2017

6 lições que aprendi com o blog TE nestes mais de 6 anos como blogueira

O blog começou para organizar meu Portfólio Virtual de Projetos de Organização na Internet, afinal, precisamos estar presentes em todos os lugares, tanto no mundo físico como no virtual. No fundo sempre quis ajudar muitas pessoas a se organizarem melhor, e ficava frustrada de pensar em transformar apenas a vida de um número X e reduzido de clientes. Queria espalhar soluções de organização por aí! Em resumo bem resumido, é isso! Se quiser conhecer mais sobre a história do blog confira as Crônicas do Blog, que as mudanças mais simples e extraordinárias fui descrevendo nesta tag. Apesar de hoje a crônica ser do blog, não quero escrever tanto dele mas de mim, da transformação que a ORGANIZAÇÃO também através dele fez na minha vida.

6 lições que aprendi com o blog TE nestes mais de 6 anos como blogueira


LIÇÃO 1 - Fortaleci minha autoestima.

Sabe quando o mundo acredita no seu potencial, mas você tem dúvidas dele? Se você não acredita, quem irá acreditar por você? Então, enquanto você duvidar e desconfiar da sua própria sombra... continuará tudo assim, na mesma. Sempre me perguntei por que estudar tanto? Por que aprender tanto? Por que tantos cursos, se não consigo me encontrar afinal no meio de tudo isso? Já estava me encontrando, me esclarecendo. Se parasse de me cobrar tanto (perfeição), talvez já teria aprendido antes. 

Muitas palestras, pessoas, amigos, leitores, parcerias, textos, vídeos, conversas, família, filhos, e o próprio tempo para assimilar as informações certas fizeram com que desenvolvesse essa autoestima mais saudável, e uma confiança maior em mim mesma. Cada pessoa tem o seu tempo, e o meu só demorou um pouquinho mais da conta.

LIÇÃO 2 - Perdi a vergonha de escrever o que eu penso.

Meu marido é meu revisor de textos (era, mas agora até minha mãe entrou na parada!), ao menos grande parte deles, e quanto escrevo algumas coisas assim, meio "pesadas", peço para ele avaliar se não preciso pegar mais leve. Ele nunca reprimiu nada (só correções na língua portuguesa), e ainda por cima, é meu maior admirador e incentivador. Quando mais praticamos, melhor nos tornamos. Aqui no caso, com relação a escrita...

Sei que não vou agradar todo mundo, nem é minha pretensão. Só quero provocar a reflexão, e isso nem sempre a gente faz falando "bonitinho" e o que as pessoas gostam de ouvir. Acho bacana receber sugestão de temas, só que quem define as categorias desse negócio sou eu. Se quiser escrever sobre escrevo, senão, não. Se tiver a ver, compartilho, senão, não. Não me preocupo em agradar, mas em ser eu mesma. Não me estresso com o que você vai pensar, mas em ser verdadeira. Assim sou eu, este é meu estilo. Bom senso é essencial.

LIÇÃO 3 - Perdi a vergonha de falar o que eu penso.

Esta lição é muito parecida com a anterior, e uma das grandes sacadas para começar a falar, entre outras coisas foram as palestras online e os vídeos. Teve gente que amou aquele do por do sol, e o primeiro da série Inspiração, que você talvez ache uma porcaria. Só que por um incentivo bobo, e do outro lado, um gostar do resultado bobo que estava dando, decidi arriscar.

Um grande bloqueio que tinha era esse de falar, me expressar verbalmente. "Ah, escrevendo me faço entender melhor". Nem sempre. Se não tenho certeza de algo, tudo fica torto, estranho, confuso, e aí, é melhor deixar tudo no diário pessoal mesmo!

Sempre admirei meu marido por causa disso, por ele saber se expressar tão bem verbalmente, com perspicácia, e até sentia um ciuminho bobo por causa disso há uns 16 anos atrás, rs... quando nosso filho Guilherme começou a falar, e saiu igual ao pai, hummm... não tive dúvidas de que estava na hora de aprender com os dois. Agora somos 4 tagarelas aqui em casa (se bem que Miguel ganha a parada)!

A vida nos ensina muitas coisas, não foi somente o blog um motivador disso, mas grande parcela devo a ele, sim. Falamos com segurança daquilo que temos certeza, daquilo que acreditamos, daquilo que está no nosso coração.

LIÇÃO 4 - Comecei a realizar sonhos.

Sempre soube muito bem o que não queria fazer, mas o que afinal, eu queria da vida? Eu não queria ser repórter nem comunicadora de qualquer tipo, jornalista? Jamais! Longe de mim atividades que envolvessem negociação e vendas, atividades de suporte e assessoria, então sim. Queria trabalhar com arte, então o único caminho para me expressar seria a música. Ali me esconderia atrás dos instrumentos, e faria um bom som. Chamaria atenção e receberia aplausos com discrição. Eu, professora?! Nem que fosse a última vocação do universo. Na sua grande maioria alunos só incomodam, são preguiçosos e não gostam de estudar.

Aprendi a abrir a cabeça para o que realmente é meu ideal de vida. Muitas das atividades que eu jamais pensei em fazer na vida, eram as que mais me atraiam, só que por insegurança, por ter de modificar muitas atitudes minhas em relação a elas, e combatê-las, me escondia no "isso não quero. isso não é pra mim. não nasci pra isso. não é minha vocação". Dói admitir isso, mas foi assim que aconteceu. E demorou pra cair a ficha também para isso.

Aqui não tem como deixar de fora o aprendizado do método GTD, incentivado enormemente depois da leitura do Vida Organizada, da querida Thais Godinho. O fazer acontecer é um realizar sonhos. Ainda escreverei mais sobre isso. O próprio livro dela "transforme sonhos em objetivos", influenciado pelo método, também abriu minha cabeça para muitas coisas. Já falei disso na descrição do Quem sou eu.

LIÇÃO 5 - Defini com maior clareza meu trabalho.

Esta lição também tem a ver com a anterior, e com os aprendizados que tive com o método GTD. Já tinha uma convicção intrínseca de que tudo o que fazemos visando algum resultado é trabalho, como cuidar da casa, cuidar de um bebê, serviços voluntários, tipo "ser dona de casa também e trabalho!", só que não parece bonito reconhecer isso. "Para que ter tantos diplomas, estudar tanto e ser só mãe e dona de casa? Criatura infeliz essa...".

Criei o quadro "O trabalho para mim é..." aqui no blog exatamente para isso. Queria entender algumas profissões, alguns profissionais que admirava, pois para mim trabalho não é estar em determinado lugar (emprego) mas é o que se faz. Para minha alegria e surpresa, meus conceitos se confirmaram na descrições deles!

LIÇÃO 6 - Desenvolvi minha criatividade a mil!

No começo do blog, acompanhava outros blogs e ficava boba com as ideias que não paravam de borbulhar no blog dos outros. Parecia tão parecido, tão coisa de pinterest na vida real, tão copiado, venhamos e convenhamos. E esse processo de achar os outros tão criativos me bloqueava.

Precisava desenvolver mais a minha criatividade, era um ponto de melhoria que tinha nas minhas listas antigamente. Não queria copiar, jamais, queria fazer do meu jeito. Só que o receio se misturava com o bloqueio, e não saia era nada. Depois da segunda gravidez, quando comecei a me envolver mais novamente com a música (coral, aulas, cursos, orquestra!) aí sim, comecei a ter mais ideias. Até música jingle para o blog inventei! 

Recentemente uma leitora declarou que "minhas ideias eram criativas e diferentes, nada repetitivas" e então, isso foi um selo de que estou no caminho certo! O desenvolver da criatividade tem muito a ver com todas as outras lições anteriores.

6 lições que aprendi com o blog TE nestes mais de 6 anos como blogueira

Estas foram as 6 lições que aprendi com o blog nesses mais de 6 anos pesquisando, escrevendo, nos últimos tempos gravando, indignando, pois se não nos indignarmos com alguma coisa não faremos nada diferente. Só pra constar, esse texto era para ter sido postado lá em fevereiro, no níver de 6 no do blog. Adiei esta postagem para agosto, pois é o mês em que comemoramos oficialmente o Dia do Blog (31.08). Sobre a sétima lição eu escreverei no ano que vem...

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