9 de fevereiro de 2014

Hobby: um caso de amor

O que você gosta de fazer? Cultiva algum hobby? Ter um hobby e conseguir se dedicar um pouquinho para ele nessa nossa rotina meio doida é muito legal, para fazer algo diferente, pensar em outras coisas, por puro prazer e paixão. Às vezes o trabalho da pessoa é tudo isso, e acredito que estas devem ser as pessoas mais felizes e de bem com a vida que existem!

Pois eu tenho um caso de amor com a música, meio antigo, que dura mais de 18 anos. Esse casamento já foi uma paixão obsessiva, meio neurótica, quase acabou em separação, mas acho que virou amor verdadeiro. Resolvi dar um tempo pra ela no meio desse longo caminho, mas ela não largou do meu pé. De um jeito ou de outro sempre esteve presente, por perto.

Não foram poucas as vezes que me perguntei: “porque tudo tem de ser assim?” em vez de “para que tudo tem de ser assim?”. Ainda não encontrei a resposta, só sei que já reatei com meu primeiro amor pra valer, pura e simplesmente, por amor. Por ser algo que me faz feliz, me faz sentir bem, me aproxima de Deus, me desafia, me faz sonhar e refletir, me entusiasma e anima a fazer outras coisas bem feitas na minha vida. Parece um amor meio egoísta, mas não é. Se ele faz bem pra mim, fará para os que estão a minha volta também. Enterrar um talento que recebi do Papai do Céu e ignorá-lo, “por que não traz resultados”, é a pior atitude que poderia tomar na vida. Cheguei numa encruzilhada: ou desiste para sempre ou retoma, sem grandes pretensões, o que tiver de ser será.

As maiores decisões que tomei na vida foram planejadas, mas não com 10 anos de antecedência, e nem todas fizeram parte da “lista de sonhos” que tinha na vida. E muitas delas foram as que renderam as melhores lembranças, grandes aprendizados, dificuldades também, que me tornaram uma pessoa diferente, espero que melhor do que antes.

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