21 de novembro de 2012

Oração da mãe cristã

Deus, ensina-me e ajuda-me...
A respeitar meus filhos e fazer-me digna de seu respeito.
A elogiá-los muito e a censurá-los pouco.
A dar ênfase aos seus sucessos e atenuar suas falhas.
A fazer-lhes unicamente aquelas promessas que eu posso cumprir.
A ter confiança ilimitada em meus filhos, sendo sempre fiel para com eles.
A auxiliá-los na formação e defesa de suas próprias personalidades, evitando sujeitá-las aos meus próprios desejos.
A cuidar do seu físico, da sua mente e do seu espírito.
A mostrar-me alegre e pronta a rir, pois as crianças gostam do riso como gostam do sol.
A ter, para com eles, infinita paciência e condescendência, porque eles tem muito a aprender e eu mesmo não sou muito sábia.
A proteger meus filhos do meu nervosismo, da minha cólera, dos meus defeitos pessoais, do meu pessimismo e dos meus temores.
A auxiliá-los a escolher a carreira para a qual se sintam vocacionados em lugar de queres satisfazer através deles, a minha ambição pessoal.
A dedicar-lhes tempo e esforço de modo a poder ser a sua amiga íntima e interessada.
A preparar meus filhos para que sabiam enfrentar heroica, honesta e independentemente, a vida e o mundo.
A dar-lhes liberdade e a ensinar-lhes como usá-la, de modo que não confundam liberdade e licença.
A mostrar, para com eles, o meu profundo amor.
A cuidar com deles conscienciosamente.
A educá-los com inteligência e afeição, fugindo dos métodos de punições, condenações e terror.
A guiar meus filhos em lugar de conduzi-los.
A dirigir sua energia em lugar de reprimi-la.
A procurar compreendê-los em lugar de julgá-los.
E apesar de todas as falhas, triviais ou sérias, a amá-los decididamente.
Peço-te, ó Deus, em nome do melhor dos filhos - Jesus Cristo. Amém.

(Autor desconhecido)

18 de novembro de 2012

Reconciliação



Reconciliação é o caminho. Durante as “crises” que vivemos no casamento, separação não pode fazer parte de nosso pensamento e vocabulário. Essa palavra não combina com um casal cristão, então melhor fazer de conta que não existe essa opção, tão comum e “natural” em nossos dias.

Separação é uma mistura de covardia, imaturidade e irresponsabilidade em assumir as situações que a vida nos impõe. Quando pensamos em separação não nos damos conta de tudo o que isso envolve. É a fuga de um problema, uma ilusão de perfeição e falsa felicidade. Se não resolvido o problema na relação atual (seja falta de diálogo, orgulho, ciúme, etc e tal), caso ocorra uma separação, numa próxima relação a probabilidade de reincidir o problema é grande. Por que não buscar melhores soluções e alternativas?

É importante reconhecer que são poucos os motivos reais e bíblicos para um casal realmente não permanecer em união. Sendo assim, a maioria dos “motivos” que se dão por aí são desculpas, problemas psicológicos e imaginários, devaneios da mente. A palavra depois de uma tempestade no relacionamento do casal é reconciliação. Sempre lembrando o que Deus nos diz em Provérbios 4.23: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois a vida é dirigida pelos seus pensamentos”.

O crescimento envolve também perdas e mudanças. Pois, por mais que se leia, estude, conheça, tenha experiência, aprender a conviver é uma questão de atitude. Em Tiago 2.24 lemos: “Assim, vocês veem que a pessoa é aceita por Deus por meio das suas ações e não somente pela fé”.

Porque Jesus nos reconciliou com Deus Pai nós devemos e podemos nos reconciliar continuamente em todos os relacionamentos, especialmente no casamento. Reconciliação, a saber, envolvendo amor, diálogo e perdão.
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