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12 de junho de 2019

Porque fazer atividade física | Caminha e fala!

| Sobre uma nova tag que criei: Caminha e Fala! Um devaneio criativo que surgiu em minhas caminhadas, e decidi registrar para compartilhar com vocês!
Amo caminhar no parque, já mostrei ele inclusive para vocês no Vlog que fiz lá na praia. Numa caminhada dia desses, quando recomecei a colocar o hábito na minha rotina - precisava tomar medidas para melhorar minha saúde - criei uma nova tag: caminha e fala. Bateu umas inspirações legais que pensei - vou gravar e compartilhar com a galera do blog e do canal depois! Vai que alguém também tenha preguicinha como eu, e esteja fazendo parecidinho por aí, hein?! Vamos mudar e provocar vocês e a eu mesma quando assistir esse vídeo a mudarem também! A gente sempre precisa de um empurrãozinho, e esse vídeo é para ser esse empurrão! Bora conferir?! Esse vídeo tem a ver com o Desafio Saúde que comecei a realizar em 2018, quando decidi perder a barriguinha fazendo um tratamento estético! e mudar hábitos em nossa rotina alimentar!



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5 de junho de 2019

Um conto bem real sobre depressão e afins

| Uma reflexão longa, consciente e definitiva sobre depressão, sem vergonha e sem mimimi.


Ode torta à depressão

Um belo dia algo aconteceu e me surpreendi. Minha sobrinha fez um relato no facebook dizendo que foi diagnosticada com depressão, ansiedade e síndrome do pânico. Fiquei muito preocupada, querendo ajudar de alguma forma, e quando comecei a refletir, me toquei que me senti exatamente assim, em muitos momentos da minha vida, sem tirar nem por uma vírgula. "Como somos parecidas!", até nisso, pensei. Não sei porquê, mas há tempos vinha pensando nela, e que algo não estava bem. Não estava mesmo. Nem com ela, nem comigo.

"Será que eu tive depressão mesmo, quando negava a mim mesma que pudesse ser?", comecei a indagar. Há pouco tempo havia participado de uma palestra sobre Síndrome de Burnout, mas estava tão fechada e fria, que não consegui reconhecer coisa alguma. Sempre busquei culpados, nunca o reconhecimento de que pudesse estar doente e precisando realmente de ajuda. Tive uma crise bem complicada entre natal e fim de ano, naquele clima de férias, tempo para pensar em nada, e depois fui melhorando de novo, como sempre. Geralmente nessa época, a mesma cena se repete, há muitos anos.

Eu tive depressão, e não é legal!

Assim comecei o presente ano: indignada comigo, precisava entender aquilo que senti, e de 2019 não passaria. A imagem abaixo é dessa fase, quando cometi a loucura de gravar falas malucas nada a ver, num dos meus momentos de revolta interna. Comecei no último ano a me bloquear até mesmo para escrever. Eu percebi que em vídeos consigo ser mais divertida, e só gravo quando estou realmente bem. Então, pensei, vou começar a gravar mais e escrever menos. Não escrever com otimismo me faz mal. Cansei de me fazer mal. Talvez ainda não esteja totalmente bem, ou tenha de me cuidar agora ainda mais para não cair novamente nessa cilada.

Na primeira sessão de Microfisioterapia, que comentei com vocês no post sobre Saúde, veio a resposta, muitas respostas, e o principal, o começo do que sempre foi mais difícil para mim: o reconhecimento pessoal, a compreensão, o entendimento, o perdão. O desapego e o deixar ir embora o que não é meu, não é bem vindo, mas eu sempre permito novamente me ferir.

Eu tive depressão!

Eu tive depressão pós-parto, na segunda gestação. Um bebê é diferente do outro. Miguel não foi como Guilherme. Eu não tive uma gravidez tão tranquila, em paz e serena com ele. Eu guardei muita mágoa. Eu o ignorei, como se ele não sentisse o que eu sentia. Eu já não estava bem durante a gravidez. Tanta coisa aconteceu naquela época, que nem gosto de recordar. Eu quis parecer forte, inabalável, indiferente aos problemas.

Não consegui ter a mesma conexão com o Miguel como tive com o Guilherme. Esse amor só começou a ser construído tempo depois. Eu só o amamentei por 5 meses, nosso elo se quebrou muito cedo, e não aceitei isso muito bem. Eu não tinha paciência, ele era nervosinho como eu, demorou para que eu percebesse que nossa linguagem do amor é o diálogo, que deveria ter falado tanto com ele quanto falei com o Gui, mas não consegui, eu estava diferente. É através das palavras calmas que nos conectamos, e foi através do amor, demonstrado a ele dessa forma, que consegui trazê-lo para perto de mim, quando ele começou a falar e a se comunicar comigo e eu com ele. E ele começou a falar bem cedo, por conta dessa necessidade. Sua independência também me causava estranheza - não se importava em esperar no berço para ser atendido, em ser o segundo, em adormecer sozinho, em não receber meu colo.

Hoje entendo tudo o que aconteceu comigo, minhas reações, meus desejos esquisitos, minha vontade de sumir, de fugir para nunca mais voltar. Pequenas crises que tive por toda vida, culminaram naquele momento, e eu não via solução alguma a não ser me isolar do mundo naquele meu chato mundo. Eu pensava loucuras insanas - não poderia estar mesmo em meu estado normal. Até minha comunhão com Deus entrou em crise, esfriamento espiritual total. Enfim, guardava muitas revoltas internas que explodiram nessa fase, que não sei bem ao certo onde amenizou. Não consultei, não tomei medicação alguma. Demorou para cair a ficha totalmente.

Acredito que o que me ajudou foi mergulhar nos estudos de música, na especialização, nas aulas, depois nos DIYs da casa, ter começado a gravar vídeos, ter desenvolvido novas habilidades e ter colocado outras coisas na cabeça. Alguns poucos conselhos de quem ainda me dava o trabalho de ouvir e aceitar, talvez também tenha ajudado. Sim, pessoas distantes, da internet, que sabiam da missa a metade. Eu não queria ajuda real. Trocar Y por Z não resolveu a situação, mas a amenizou. Parei de olhar para um problema, e fui resolver o que sabia resolver - ou ao menos o que era mais fácil aprender para mim.

Refletir geralmente não me fazia muito bem, mas o GTD faz a gente refletir, mesmo não querendo, e em meio a esse caos eu conheci ele, que me colocou contra a parede muitas vezes. "E aí, guria, o que você quer como resultado disso?!" Entre muitas outras questões da vida. "Quem é você realmente?" Talvez por isso tenha ido sempre tão devagar, em câmera lenta. Insistindo comigo mesma que estava bem, quando não estava. Quem me lê, quem me vê, talvez não tenha percebido. Só quem teve a oportunidade de me conhecer mais profunda e intimamente, e foi perspicaz aos meus escritos.

Por que ressuscitar esse assunto agora? Porque agora que estou esclarecendo ele, enfim. Sei que milhares de pessoas passam por isso, e que é não é nada legal. Parece normal, mas não deveria ser. Só estou compartilhando por me sentir mais segura agora para contar. Se puder ajudar ou alertar alguém que esteja nessa situação crítica, enfim, minhas palavras e difíceis reflexões não terão sido em vão.

Escrevi o texto "Ode torta a depressão", num momento de inspiração, após os acontecimentos que relatei nos primeiros parágrafos. A dor de quem está sofrendo, os comentários dos amigos apoiando, mais a opinião médica de quem entende do assunto, mais um pouco do que eu passei mesmo não reconhecendo o meu próprio caos.

Cura não há, existe encarar as preocupações de cada dia, e seguir em frente. Existe conviver com problemas e tentar ser forte diante deles. Existe se ocupar com outras atividades, e não dar corda e atenção para pensamentos que deprimem. Existe lutar dia após dia, para que ela não volte, não se instale, para que possamos ficar bem. E se algum dia não estiver tudo bem, que faça algo para me distrair e o mal estar passe logo. Desde que sejam distrações que façam bem.

Ode torta à depressão

Eu queria...

Eu queria escrever neste texto que inventaram a cura para a depressão, ou que encontrei o segredo para espantá-la para longe.
Eu queria escrever que quem passa uma vez por esta doença terrível não corre o risco de passar por ela novamente.
Eu queria escrever que problemas emocionais que ela traz à tona são somente coisas da nossa cabeça, e que na verdade tudo está bem, somente nós é que teimamos em ter uma visão negativa e pessimista da vida.
Eu queria escrever que não é uma doença mental que detona corpo, mente e coração, e faz a gente sentir um vazio tão grande que não se vê sentido em continuar vivendo.
Eu queria dizer que nunca tive crises depressivas na vida, e que meu estágio foi sempre o "não poderia estar melhor".
Eu queria dizer que pessoas cristãs, com fé forte e religiosas não sofrem deste transtorno. Que Deus tem misericórdia e as livra de todos os males, também desses dilemas. Eu queria dizer que cristãos não se suicidam.
Eu queria dizer que pastores e esposas de pastor são as últimas pessoas na face da terra que podem sofrer disso.
Eu queria dizer que somente os fracos e perdidos que sofrem deste mal. Assim como pessoas que sofrem grandes perdas, que as desestabilizam.
Eu queria dizer que a pressão que o mundo nos coloca e principalmente nós mesmos colocamos sobre nossos ombros não é uma das responsáveis de começarmos a trazer ela para perto de nós.

| Uma pressão muitas vezes oculta, só da nossa cabeça, muitas vezes inexistente, de um não que se tem vergonha ou medo de dizer, pois sim é mais bonito e aceitável.
Sim, eu consigo. Sim, manda ver. Sim, vou dar conta. Sim, posso encarar mais essa. Sim, sou uma pessoa multitarefa, consigo fazer com sucesso milhares de coisas ao mesmo tempo, e ter muitos resultados positivos. Sim, sim, sim. |

Eu queria dizer que os baixos da vida não nos abatem. Que devemos ser fortes e dar o exemplo.
Eu queria dizer que é fácil e que depressão não é doença.
Eu queria mesmo era dizer que com organização você pode evitar cair em depressão profunda, ter crises de ansiedade ou uma tal síndrome do pânico, pois desta não sou muito familiar, mas que também gosta de aparecer em alguns diagnósticos, formando o trio destruidor depressão profunda, crise de ansiedade e síndrome do pânico. Ah, como eu queria.
Eu queria encontrar as respostas sozinha, estilo autodidata, da forma que mais gosto Faça Você Mesmo. Com leituras e vídeos edificantes, enchendo a mente com coisas boas, lendo a Bíblia e orando, cultivando hobbies legais, fazendo sexo, trabalhando em algo que gosto, buscando viver menos ansiosa e estressada, pois uma vida organizada é uma vida equilibrada.
Eu queria eliminar isso da vida, sem abrir o coração para ninguém. Afinal, quem me entenderá, se nem eu mesma me entendo?

Eu queria, mas eu não posso.

Não posso acreditar em nada disso, pois são devaneios, mitos, mentiras, julgamentos sem fundamento.
Me chamarão de ingrata, por não reconhecer as tantas bênçãos de Deus na minha vida.
Me chamarão de preguiçosa, por não ter forças para trabalhar.
Me chamarão de confusa e perdida, por ainda não ter encontrado meu propósito e minha missão de vida.
Me chamarão de infantil, por ter crises de carência e querer atenção.
Me chamarão de bipolar, por ter oscilações de humor, e estar quase 90% do mês me sentido como se estivesse na TPM.
Não confiarão mais em mim, por não conseguir dar certeza da minha palavra, hoje feliz, amanhã profundamente infeliz.

Eu mesma não entenderei porque afinal, as coisas não dão certo para mim.
Eu queria me esconder, e viver livre de exposição nas redes sociais. Queria me isolar no meu mundinho, e viver somente comigo mesma. Sem me estressar com mais ninguém. Pois as pessoas existem para nos estressar e não nos apoiar. Talvez até quisesse alguém ali comigo, nesse mundinho, mas com esse alguém jamais daria certo. Eu preciso estar bem, mas não estou. E na verdade, esse alguém não existe, é uma construção da minha mente.

Então eu descubro que não é de alguém que preciso, é de mim, bem.
Não deve ser por ninguém que eu faço as coisas, deve ser por mim mesma.
Eu preciso estar bem. Cuidar de mim, para conseguir interagir com o mundo.
Essa é uma descoberta aparentemente boba, mas é isso aí.

Eu gosto de pessoas, de conversar, eu gosto de organizar a bagunça da casa, pegar no pé dos bagunceiros de plantão, e de ouvir e interagir com as pessoas. Eu gosto de ter um parceiro sempre ali, todos os dias, ou quase todos. A vida é vazia e sem graça sozinha. Sem barulho. Sem bagunça. Só o meu silêncio e os meus barulhos pessoais. Eu ficaria louca se vivesse isolada num mundo só meu, 24 horas por dia.

Quem não chega no fim do poço, consegue se livrar dessas amarras malditas. Talvez um dia isso mude, e a deprê volte a rondar, e você venha a conhecer o fim do túnel. Não deve ser nada legal. Como fugir disso?!

A única coisa que posso dizer é que com organização você pode evitar muito estresse, e com a vida mais em ordem, dizendo mais nãos do que sins, ou melhor os sins que realmente fazem sentido e importam para você, e abraçando um mundo mais pequeno, o estresse e a ansiedade podem não mais fazer morada tão intensa na sua vida. Podem te visitar de vez em quando, mas você terá força de bater à porta na cara delas e mandá-las embora.

Crises depressivas são comuns e normais do ser humano, e mulher com TPM sabe todos os meses o que é sentir-se assim, e é o caos mensal, de 21 em 21 ou 28 em 28 dias, dependendo do seu ciclo. Mas ele deve passar em alguns poucos dias, senão foge da normalidade. Dizem as profissionais especialistas em assuntos do sexo, que existem soluções nesse sentido que amenizam efeitos, e trazem mais bem estar para essa fase. Talvez elas tenham razão, e precisemos conhecer mais sobre e colocar em prática.

É preciso de muito autoconhecimento para reconhecer se a deprê é normal ou fugiu do controle, para pedir ajuda. Nem sempre é a pessoa doente que buscará ajuda, é quem está por perto, identifica e se preocupa com o bem estar dela, e reconhece, de que seu comportamento não é normal.

Não é vergonha reconhecer que se sente mal, e desabafar todos os monstros que construímos na nossa imaginação, por conta de frustrações que sentimos, decepções da vida, experiências desastrosas, perdas irreparáveis, e caos internos que não tem explicação, fazem parte de nós.

Como cada pessoa sente a vida de um jeito diferente, o que pode ser somente um tapa com luva de pelica para alguns, significa uma surra com vara de pêssego para outros.

Há situações que vemos acontecerem com outras pessoas que imaginamos ser insuportáveis nos colocando no lugar delas, mas cada um tem sua própria história para viver, e vai lá saber o que ainda terá para rolar na nossa.

Num momento de dor ouvir dizer "tudo o que está passando te tornará mais forte", ou que algum dia você conseguirá ser um testemunho vivo de superação de alguma experiência caótica ou patética, parece inacreditável. Mas isso é verdade e essa deve ser nossa esperança. A coragem para falar e se expor pode demorar, mas um dia ela chega. O Espírito Santo irá fazer arder seu coração, ele baterá mais forte dentro do peito, e você se sentirá capaz de falar sobre seus traumas e dilemas passados, sem medos, pois foi curado. Enquanto ainda dói, viva a dor, e tente aprender com ela. Talvez nunca entenda, talvez as peças comecem a se encaixar, mas o certo é que irá passar, e virão outras dores. A vida é assim, viver é encarar isso.

Enfim, há esperança? 

Se a priorização que a organização nos propõe, de cuidar melhor da nossa estrela da vida, das nossas 8 pontas, uma de cada vez, nos ajudar a dizer sim para o que realmente importa, maravilha! É um trabalho para a vida, e revisar o que desejamos dessas 8 pontas também.

A organização pode não trazer a cura, mas traz a reflexão e o discernimento.
O que é essencial para mim?
Se estiver doente, a primeira coisa a cuidar é "ficar bem".
Se sofrer de ansiedade é me controlar, dizer não e lembrar que é preciso ir mais devagar.
Navegar contra a maré, pois cada pessoa tem o seu ritmo.
Se quiser abraçar o mundo e começar e entrar em pânico, as alergias podem explodir na pele, o corpo apontar uma enfermidade mais crítica, que uma dose de remédio na veia não fará efeito.

A organização provoca mudanças positivas na nossa vida.
Provoca um planejamento com foco em prioridades, que podem mudar a todo o tempo.
Provoca uma necessidade de revisão de prioridades constantemente, e isso nos traz tranquilidade.
Provoca um olhar ao que é essencial, e precisa fazer parte do dia a dia.
O que não for, deixe para lá. Nessas partes ela pode ajudar.
Agora se o dodói foi maior, busque ajuda profissional.
Para isso existem os médicos, para nos curarem de nossos males do corpo, do coração e da mente.
A reflexão que ela nos traz deve ir além: não irei conseguir sair dessa sozinha.
Preciso de ajuda. Sem reconhecimento não há mudança.

Quando alguém próximo a nós está com depressão, seja da família ou amigos, nem sempre saberemos identificar. As pessoas mudam drasticamente. Isolam-se em suas cavernas e calam-se. Ou criam falas totalmente sem nexo e tornam-se profundamente agressivas e ofensivas. É difícil saber o que dizer ou como ajudar, pois desabafar nem sempre irá resolver alguma coisa. Uma palavra de ânimo e coragem não será a solução. Somente ouvir não será a solução. Fugir da situação que causou todo o estresse também não será a solução. Cada situação se desenrola de um jeito, e às vezes demora muito para ser superada. As marcas ficarão.

Deus existe para nos dar forças na caminhada, colocando as pessoas certas em nossa vida para nos ajudarem. É bem quando achamos que ele nos abandonou, que ele nos carrega no colo, através dessas pessoas, que são nosso suporte, a palavra amiga, dura às vezes, para nos fazer acordar para vida e fazer o que é certo. Ficar bem, acima de tudo, para seguir a vida, e brilhar a glória de Deus em nossas vocações, também ajudando outras pessoas. Pois é sempre muito melhor estar na posição de ajudador do que de necessitado de ajuda. Revezemos nossos papeis, buscando ficar bem, para conseguir ajudar quem precisa.

Se a situação estiver insuportável, e a organização da sua roda da vida te fizer refletir sobre prioridades e "qual a próxima ação a tomar", talvez essa ação seja - procurar ajuda. Sozinho, nesse jogo, é bem difícil dar certo. São poucos os que são tão perspicazes, fortes e conseguem pular fora a tempo.

Sobre depressão e afins.


Depressão não é mimimi, é uma doença e uma realidade que pode estar bem mais perto de você do que imagina. Fiz um breve improviso sobre o tema, lembrando de que se nos ouvíssemos mais, e julgássemos menos, a vida seria bem mais fácil. Só falamos quando confiamos. Só ser um bom ouvinte não é a solução, mas quem está bem pode ajudar a encontrar o melhor caminho para aqueles que não vêem mais caminhos.

Na verdade, ficaria muito feliz com seu comentário, se chegou até aqui, ou se parou no primeiro parágrafo. Estamos todos juntos nesse barco da vida, e eu desejo estar no lado do ajudante e apoiador! E você? 


Sobre depressão e afins.



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31 de maio de 2019

Linkagem de Referência | Projeto 52 Atitudes

Não é necessário dizer que este blog é um espaço organizado desde que foi concebido, e de que desde o princípio Casa, Vida e Trabalho apareciam aqui entrelaçados de alguma forma. Ele por si só já expressa isso com muitas evidências. Muita coisa mudou nesse tempo todo, mas sua essência não. Todas as áreas da vida foram contempladas aqui, direta ou indiretamente, e refletindo sobre o conteúdo de Transformando Espaços, isso me deixou muito feliz! Um espaço organizado que transforma a nossa vida!

Evidência dessa organização é o projeto do meu coração de 2015, 52 atitudes, que desenvolvi após o 52 objetos, de 2014. Esse apego a coisas, e listar objetos importantes e essenciais, me fez pensar que mais importante não são as coisas que temos, mas o que somos. Poderia muito bem viver sem algum daqueles 52. Foi bonitinho brincar de escolher, escrever e refletir sobre, até para perceber que precisava ir além, bem mais além.

Neste post especial eu listo todas atitudes, divididas conforme as áreas da vida. Fica como referência para pesquisar sobre bons hábitos que esse projeto faz a gente não só pensar, mas a por em prática na nossa vida. Pois pensamento sem ação é pura ilusão!

Linkagem de Referência | Projeto 52 Atitudes



ESPIRITUALIDADE

Projeto 52 Atitudes | Atitude 25 | Seja um pioneiro espiritual.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 28 | Crie uma vida autêntica.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 47 | Seja agradecido.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 52 | Ajude alguém.

SAÚDE

Projeto 52 Atitudes | Atitude 3 | Tenha tempo para você!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 4 | Escreva um diário!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 6 | Elimine o que consome sua energia!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 8 | Desacelere! Não seja movido a adrenalina!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 16 | Cuide de você!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 20 | Dê atenção aos primeiros sinais de alerta!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 21 | Aprenda a esperar!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 30 | Dê uma recompensa para você!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 32 | Durma bem!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 35 | Crie um espaço em casa para descansar!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 39 | Crie um modo de vida saudável!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 44 | Cuide da sua mente com carinho!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 50 | Sacuda a sua vida!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 51 | Tranquilize-se!


RELACIONAMENTOS

Projeto 52 Atitudes | Atitude 24 | Construa relacionamentos de qualidade.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 29 | Estabeleça parcerias.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 31 | Deseje o amor ao seu próximo.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 36 | Invista na sua vida!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 38 | Eleve seus padrões!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 45 | Cuide das suas joias mais importantes.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 46 | Dê um presente a alguém especial!




LAZER

Projeto 52 Atitudes | Atitude 14 | Divirta-se!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 15 | Dê férias a sua cabeça!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 23 | Dê asas aos seus desejos!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 42 | Tenha acessórios de vida!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 43 | Brinque!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 48 | Conceda-se o direito ao tédio!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 49 | Dê um tempo a loucura!


ESTUDOS

Projeto 52 Atitudes | Atitude 26 | Faça algo que você sempre teve vontade de fazer!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 40 | Faça algo a mais por você.

 
FINANÇAS


Projeto 52 Atitudes | Atitude 13 | Faça seu dinheiro trabalhar para você!

CASA

Projeto 52 Atitudes | Atitude 17 | Crie Espaço!

Projeto 52 Atitudes | Atitude 33 | Organize o seu escritório.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 37 | Invista na sua vida!


TRABALHO

Projeto 52 Atitudes | Atitude 1 | Reflita sobre suas realizações.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 2 | Defina um objetivo.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 5 | Defina suas prioridades.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 7 | Sinta os resultados da sua mudança.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 9 | Mantenha o foco.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 10 | Diga não às vezes.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 11 | Desenvolva uma qualidade estratégica.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 12 | Revise suas prioridades.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 18 | Concentre sua energia.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 19 | Dê uma pausa para a espontaneidade.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 22 | Enfrente os seus medos.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 27 | Observe se está a sombra de alguém.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 34 | Defina sua missão de vida.

Projeto 52 Atitudes | Atitude 41 | Produza mais e melhor.


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